Will Smith está sendo processado por um músico por suposto assédio sexual, demissão indevida e retaliação. O violinista Brian King Joseph entrou com a ação na última terça-feira (30), em Los Angeles, contra o ator e sua empresa, Treyball Studios Management.
Segundo a denúncia, à qual a Variety teve acesso, Brian afirma que Will Smith o teria “preparado e condicionado deliberadamente” para uma suposta exploração sexual, após convidá-lo, em novembro de 2024, para integrar a turnê mundial Based on a True Story: 2025.
O músico também alega que, à medida que o relacionamento com o ator se intensificava, Smith teria feito declarações como “você e eu temos uma conexão tão especial, que não tenho com mais ninguém”, entre outras de teor semelhante.
O processo descreve uma série traumática de acontecimentos ocorridos em março de 2025, durante a turnê. Brian afirma ter encontrado indícios de que alguém teria entrado em seu quarto de hotel, em Las Vegas, sem sinais de arrombamento.
De acordo com Joseph, a pessoa deixou lenços umedecidos, um frasco de medicamento para HIV com o nome de outra pessoa e um bilhete escrito: “Brian, volto no máximo às 17h30, só nós dois”, acompanhado de um coração e da assinatura “Stone F”. Ele afirma ter interpretado a mensagem como uma ameaça de atos sexuais.
Após o episódio, o violinista notificou a segurança do hotel, representantes de Will Smith e registrou um boletim de ocorrência. Poucos dias depois, um integrante da equipe do ator teria “envergonhado” Brian, afirmando que ele seria demitido e sugerindo que a história teria sido inventada.
Em consequência da demissão, Brian King Joseph alega ter desenvolvido transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), além de sofrer prejuízos financeiros.

