A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) aprovou uma nova política de ações afirmativas voltada para pessoas trans no ingresso aos cursos de graduação da instituição. A medida foi aprovada pelo Conselho Universitário (Consuni) e estabelece a reserva mínima de 2% das vagas em cada curso, turno e local de oferta, assegurando ao menos uma vaga por graduação.
A política contempla pessoas travestis, transexuais, transgênero, não binárias e demais indivíduos cuja identidade de gênero não corresponda ao sexo atribuído no nascimento.
Segundo a proposta apresentada ao Consuni, a iniciativa busca ampliar a inclusão no ensino superior, além de combater desigualdades, preconceitos e violências motivadas pela identidade de gênero.
O reitor da Ufal, Josealdo Tonholo, afirmou que mais de 40 universidades públicas brasileiras já adotam políticas semelhantes. Ele destacou ainda que a instituição já aplica cotas para pessoas trans na pós-graduação desde 2022.

