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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Trump anuncia criação de Conselho da Paz para Gaza, faz críticas à ONU e defende negociação
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    Trump anuncia criação de Conselho da Paz para Gaza, faz críticas à ONU e defende negociação

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, oficializou nesta quinta-feira (22), durante participação no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, a criação do chamado Conselho da Paz, iniciativa internacional voltada, inicialmente, para a mediação de conflitos na Faixa de Gaza.

    Ao discursar no evento, Trump voltou a criticar a atuação da Organização das Nações Unidas (ONU), mas ressaltou a necessidade de diálogo e cooperação internacional. Segundo ele, apesar de não manter relação direta com a entidade, o novo conselho deverá dialogar com diversos atores globais, incluindo a própria ONU.

    “O potencial da ONU sempre foi enorme, mas nós seguimos outro caminho. Ainda assim, o conselho vai conversar com muitos parceiros, inclusive com eles”, afirmou.

    O presidente norte-americano também destacou resultados econômicos de sua gestão, afirmando que o desempenho interno dos Estados Unidos tem impacto direto no cenário internacional. De acordo com Trump, o déficit comercial do país teria sido reduzido em 77% em apenas um ano, além do avanço em negociações com outros países.

    Para o republicano, o contexto global apresentou melhora recente. Ele declarou que o mundo estaria “mais seguro, próspero e pacífico” em comparação ao ano anterior e afirmou que conflitos prolongados estão sendo enfrentados. “Vamos apagar esse incêndio. Muitas dessas guerras duram há décadas e nem sempre recebem a atenção devida”, disse.

    Segundo a Casa Branca, ao menos 25 países aceitaram o convite para integrar o Conselho da Paz. Entre os confirmados estão Israel, Argentina, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Jordânia, Catar, Egito, Turquia, Hungria, Marrocos, Paquistão, Indonésia, Kosovo, Uzbequistão, Cazaquistão, Paraguai, Vietnã, Armênia, Azerbaijão e Belarus.

    A proposta prevê a criação de um organismo internacional responsável por coordenar ações de financiamento, segurança e articulação política em Gaza durante o período de transição após um cessar-fogo entre Israel e o grupo Hamas. O conselho atuaria em parceria com uma administração palestina de perfil técnico.

    De acordo com os termos divulgados por Washington, os países poderão participar gratuitamente por até três anos. Para obter uma vaga permanente, será exigida uma contribuição de US$ 1 bilhão, valor que, segundo a proposta, equivale a aportes realizados por outros atores internacionais.

    Embora o foco inicial seja o Oriente Médio, o documento estabelece que a atuação do Conselho da Paz poderá ser expandida futuramente para outras regiões em conflito.

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