Em depoimento à Polícia Civil, Symeone Batista dos Santos relatou como teria sido articulado o assassinato de Johanisson Lima, conhecido como Joba, coordenador da base do CRB. Ele é, até o momento, o único preso pelo crime.
De acordo com o depoimento, a execução teria sido encomendada por um homem identificado como Juan. O valor acertado foi de R$ 10 mil, que seria dividido entre os envolvidos. Symeone afirmou ter recebido R$ 4 mil como adiantamento e que sua função seria pilotar a motocicleta utilizada na ação criminosa.
O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que segue apurando a motivação do crime e a possível participação de outras pessoas.

