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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Práticas antigas para a política não funcionam como antes
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    Práticas antigas para a política não funcionam como antes

    Daí você pode questionar: E Lula na presidência?

    Bem… quantos Lula você conhece, que se mantêm vivos na política?

    Não confunda alhos por bugalhos.

    A política é uma extensão da vida que vivemos. Se temos bons políticos, os resultados são bons. O contrário é verdadeiro. Isso é tão antigo quanto a compra de votos e candidaturas laranjas: apenas como dois exemplos “normais” do sistema.

    E o que quero dizer com isso? Que a roda está girando; que bois estão voando e que a conta está pegando muita gente de surpresa, assim como estão fazendo a BRK e Equatorial: apenas mais dois exemplos do sistema.

    Por fim, uma premissa: o que fazer com o mandato já é mais importante que a vitória. O jeito da entrada não pode ser o da saída. Com isso, qualquer Zona de Conforto é tão perigosa quanto acreditar nas promessas dos políticos e na comprovação do voto negociado.

    Quem for disputar ou escrever tem que saber que o mandato muda, a pauta muda, o mundo muda. A única certeza dos tempos atuais é a mudança. Como dizia Zygmunt Bauman “vivemos a era do tempo líquido”

    Magalhães Pinto falava, nos anos 1980, sobre as nuvens e a política. Em dois momentos em olhando para o céu, as nuvens já tinham mudado de lugar.

    Se não entendeu, releia quantas vezes for preciso.

    Disse Graciliano Ramos: “Deve-se escrever da mesma maneira como as lavadeiras lá de Alagoas fazem seu ofício. Elas começam com uma primeira lavada, molham a roupa suja na beira da lagoa ou do riacho, torcem o pano, molham-no novamente, voltam a torcer. Colocam o anil, ensaboam e torcem uma, duas vezes. Depois enxáguam, dão mais uma molhada, agora jogando a água com a mão. Batem o pano na laje ou na pedra limpa, e dão mais uma torcida e mais outra, torcem até não pingar do pano uma só gota. Somente depois de feito tudo isso é que elas dependuram a roupa lavada na corda ou no varal, para secar. Pois quem se mete a escrever devia fazer a mesma coisa. A palavra não foi feita para enfeitar, brilhar como ouro falso; a palavra foi feita para dizer”.

    Escrever sobre política e exercer um mandato político têm a mesma finalidade.
    Fonte – Blog do Wadson Regis

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