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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Políticos de Alagoas repercutem resultado da “eleição” na Venezuela: “Ódio e nojo à ditadura
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    Políticos de Alagoas repercutem resultado da “eleição” na Venezuela: “Ódio e nojo à ditadura

    A “vitória” do ditador Nicolás Maduro no pleito eleitoral ocorrido nesse domingo (28), atestada pelo Conselho Nacional da Venezuela (CNE), foi contestada e repudiada no próprio país, no Brasil e no mundo. Aqui em Alagoas, alguns políticos também se posicionaram sobre o assunto.

    No Twitter, o senador Renan Calheiros (MDB) optou por repercutir a nota do Palácio do Itamaraty, na qual o governo brasileiro saudou “o caráter pacífico do pleito” e disse acompanhar com atenção o processo de apuração, aguardando a publicação de “dados desagregados por mesa de votação, passo indispensável para a transparência, credibilidade e legitimidade do resultado do pleito”.

    “A nota do Itamaraty traduz com precisão a posição brasileira sobre as eleições na Venezuela. É necessário complementar os dados inafastáveis da transparência eleitoral, pré-requisito para legitimidade do pleito. Muitas nações esperam pela transparência absoluta”, escreveu Renan.

    Também no Twitter, a deputada estadual Cibele Moura (MDB) destacou: “Muito triste o que vemos acontecendo na Venezuela. Muito triste presenciar ditaduras se perpetuando no poder. Temos ódio e nojo à ditadura”.

    Já o deputado estadual Cabo Bebeto (PL) escreveu que “ditadores são incapazes de viver a democracia e reconhecer a vontade do povo. A história se repete: é um governo sem vontade popular. Lamento o momento que os irmãos venezuelanos estão passando. Por aqui, vou continuar lutando para que o Brasil não se torne uma Venezuela”.

    No Instagram, pouco após a divulgação oficial, o deputado federal Alfredo Gaspar (União) classificou o resultado de “vergonha” e cobrou que o presidente Lula (PT) condenasse publicamente a “vitória” de Maduro.

    Já o vereador por Maceió, Leonardo Dias (PL) chamou a atenção para o fato de o MP da Venezuela ter apontado a líder da oposição, María Corina Machado, como suspeita de “sabotagem eleitoral”.

    Após ter a candidatura à presidência vetada pelo Supremo venezuelano, Corina participou ativamente da campanha de Edmundo González.

    “Não demorou muito e já ameaçam prender a @MariaCorinaYA por ataque ao sistema eleitoral. As personagens mudam, mas o enredo é o mesmo”, escreveu o vereador.

    Texto – Vanessa Alencar / Cada Minuto

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