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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Pentágono diz que 200 militares invadiram Caracas para capturar Maduro
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    Pentágono diz que 200 militares invadiram Caracas para capturar Maduro

    2026-01-05T21:53:26-03:000000002631202601
    ARLINGTON, VIRGINIA - JUNE 22: Defense Secretary Pete Hegseth speaks during a news conference at the Pentagon on June 22, 2025 in Arlington, Virginia. U.S. President Donald Trump gave an address to the nation last night after three Iranian nuclear facilities were struck by the U.S. military. (Photo by Andrew Harnik/Getty Images)

    O secretário de Guerra norte-americano, Pete Hegseth, afirmou nesta segunda-feira (5/1), que cerca de 200 soldados das Forças Armadas dos Estados Unidos invadiram o centro de Caracas para capturar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

    A ação fez parte da operação militar que resultou na prisão do chavista e de sua esposa, Cilia Flores, levados posteriormente aos Estados Unidos. De acordo com Hegseth, a missão ocorreu sem baixas entre os militares americanos.

    “Quase 200 dos nossos mais corajosos americanos foram ao centro de Caracas e detiveram um indivíduo indiciado e procurado pela Justiça americana, em apoio às forças da lei, sem que nenhum americano fosse m0rto”, declarou o chefe do Pentágono.

    Em tom provocativo, Hegseth também ironizou o suposto sistema de defesa venezuelano. “Parece que as defesas aéreas russas não funcionaram tão bem, não é mesmo?”, disse, ao relatar que a operação ocorreu no coração da capital venezuelana, sem resistência capaz de impedir a captura.

    Ainda não há confirmação oficial sobre o número de feridos do lado americano. Já Cuba, aliada do governo Maduro, que afirma ter enviado agentes especiais para proteger o presidente venezuelano, declarou que 32 cubanos foram m0rtos “a sangue-frio” durante a ofensiva dos Estados Unidos.

    Após a captura, Maduro e Cilia Flores compareceram nesta segunda-feira a uma audiência de instrução em um tribunal de Manhattan, em Nova York, conduzida pelo juiz Alvin K. Hellerstein. Durante a sessão, o presidente venezuelano se declarou inocente das acusações.

    “Não sou culpado. Sou inocente de tudo o que foi mencionado aqui”, afirmou Maduro, por meio de um tradutor. Ele também se descreveu como um “presidente sequestrado” e disse ser um homem decente.

    Cilia Flores acompanhou o marido e igualmente se declarou “completamente inocente”. O juiz informou ao casal que ambos têm direito a solicitar contato com o consulado da Venezuela. Os dois manifestaram interesse em receber visitas consulares.

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