A recente operação no Rio de Janeiro levou lideranças petistas a intensificarem a pressão para que Lula crie um novo órgão de segurança vinculado à Presidência ou recrie o Ministério da Segurança Pública.
Nos bastidores, lideranças do PT já defendem, inclusive, nomes para o posto. Entre eles, o do ex-ministro da Justiça Tarso Genro (PT-RS) e o do advogado Alberto Kopittk, que já foi diretor da pasta da Justiça.
Alberto Kopittke atuou como diretor do Departamento de Políticas, Programas e Projetos da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça durante o primeiro governo Lula.
No cargo, o advogado foi um dos criadores do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), que visa diminuir os indicadores de criminalidade nas regiões metropolitanas mais violentas do Brasil.
A coluna apurou que o PT pretende levar o debate sobre a criação de um órgão da segurança pública para um seminário que o partido realizará nos dias 1º e 2 de dezembro no Rio de Janeiro.
O seminário da legenda terá debates e palestras de especialistas sobre a questão da segurança pública, um dos temas mais sensíveis para o governo Lula e para a esquerda há anos.

