Hoje é um dia emblemático para quem se acostumou a não falar a verdade, trair, causar intrigas etc. 1º de abril é muito mais que simbólico, por ser lembrado como o Dia da mentira.
Sobre os próximos dias, eis que lembrei algumas das percepções que tive após a leitura do livro How To Be Rich (Ser Rico), do americano Jean Paul Getty. Ele foi o homem mais rico do mundo por mais de 30 anos. Virou milionário aos 24, mas sua fortuna veio através de uma aposta. Em 1949, ele pagou US$ 9,5 milhões ao rei da Arábia Saudita por terras no deserto. Todo mundo achou uma loucura. 4 anos depois, jorrou petróleo.
Alguns detalhes chamam a atenção para a reflexão deste dia, que começou chuvoso em Maceió. Mesmo bilionário, Getty lavava as próprias roupas. Mas ele também dizia que: salário não é liberdade, sorte não sustenta patrimônio e gastar para parecer rico é o caminho mais rápido para a falência. Na visão do visionário bilionário, o segredo não era pensar grande, era focar nos detalhes, controlar cada centavo e fugir de risco a todo custo. Mas… a lição mais dura do livro diz que: quem troca ganhos consistentes por prazer imediato paga juros invisíveis pelo resto da vida. O homem mais rico do mundo por 30 anos, disse: riqueza não é parecer bem-sucedido. É construir algo que fica de pé quando o barulho acaba.
Traduzindo esses ensinamentos para os “ricos” da política alagoana, digo o seguinte: O risco de ter múltiplos inimigos, no mesmo embate, não significa pensar grande, porque arriscar para parecer gigante pode ser o caminho mais rápido para a falência das urnas. Vamos recordar do que disse Getty: o segredo não é pensar grande, é focar nos detalhes, controlar cada centavo e fugir de risco a todo custo, e que, quem troca ganhos consistentes por prazer imediato paga juros invisíveis pelo resto da vida. (Quantos exemplos temos para lembrar, neste momento… O Grandes, pensam; os pequenos arriscam (WR).
Assim tem sido, e não sabemos como será o desfecho das armações e construções para as eleições de outubro. Entre traições e alianças instáveis, a disputa se expande revelando que, na política, o maior risco não é um inimigo isolado, mas a multiplicidade de frentes que se abrem.
A vitória, afinal, depende do equilíbrio entre alianças frágeis e o poder popular que, a cada dia, se fortalece. É uma faca de dois gumes, capaz e cortar um futuro promissor, ou erradicar a colheita de quem plantou por longos anos.
Fonte: Wadson Regis

