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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»O gasto milionário de Eduardo Bolsonaro após mudança para os EUA
    ÚLTIMAS NOTÍCIAS

    O gasto milionário de Eduardo Bolsonaro após mudança para os EUA

    2025-11-23T10:14:51-03:000000005130202511

    O gabinete do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) já gastou cerca de R$ 1 milhão com salários de servidores desde que ele viajou para os Estados Unidos, no fim de fevereiro.

    De acordo com o site da Câmara dos Deputados, o parlamentar vem gastando todos os meses pouco mais de R$ 132 mil, perto do total da verba disponível, de R$ 133 mil mensais.

    Atualmente, o gabinete do parlamentar emprega nove pessoas, que recebem entre R$ 7,5 mil e 23,7 mil. O maior salário é de Eduardo Nonato de Oliveira, homem de confiança de Eduardo.

    Outro nome de mesma importância da família Bolsonaro é Telmo Broetto, ex-agente da Abin e ex-assessor de Jair Bolsonaro (PL), que atua como secretário parlamentar. O filho dele, Bernardo Broetto, é veterinário e foi contratado na mesma função.

    Eduardo viajou para os Estados Unidos em 27 de fevereiro deste ano. Desde então, vem articulando junto ao governo norte-americano iniciativas contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e o governo brasileiro.

    No dia 20 de março, o deputado pediu licença da Câmara de 120 dias, e recebeu salário de R$ 46 mil. Só em julho, após o fim da licença não remunerada, voltou a receber da Casa um total de R$ 17 mil.

    Em agosto, ele foi notificado por débito de R$ 13,9 mil por faltas não justificadas em votações. Seu nome foi, inclusive, incluído na Dívida Pública da União após decisão da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), atendendo a um pedido da Câmara dos Deputados.

    No período da viagem, não houve gasto com a cota parlamentar, voltada a despesas do gabinete.

    O deputado tem até agora 46 ausências injustificadas. Ele pode ser cassado se faltar, sem justificativa, a um terço das sessões. O PL tentou indicar Eduardo como líder da minoria, um artifício para que as faltas não fossem marcadas, mas o pedido foi indeferido pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

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