Banner
Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    sábado, 3 janeiro
    Política AlagoanaPolítica Alagoana
    ANUNCIE
    • INÍCIO
    • ÚLTIMAS NOTÍCIAS
    • BRASIL
    • CIDADES
    • CULTURA
    • ECONOMIA
    • ESPORTE
    • MUNDO
    • Municípios
    • Política
    • SAÚDE
    • Turismo
    Política AlagoanaPolítica Alagoana
    Home»Municípios»“Nunca mais vamos nos envolver em atividade de mineração”, diz Braskem
    Municípios

    “Nunca mais vamos nos envolver em atividade de mineração”, diz Braskem

    2025-07-30T08:36:55-03:000000005531202507

    Durante declaração recente, o presidente da Braskem, Roberto Ramos, garantiu que o desastre socioambiental causado pelo afundamento do solo em Maceió “não vai mais se repetir”. Segundo ele, a mineradora encerrou de forma definitiva a exploração das minas de sal-gema que desencadeou o problema.

    “Nós não vamos mais explorar sal. Nós fechamos as minas e nunca mais vamos nos envolver nessa atividade de mineração, que, na verdade, não tinha nada a ver com a nossa atividade petroquímica”, disse Ramos no videocast “UOL Líderes” nessa terça-feira (29).

    A suspensão definitiva da extração de sal-gema ocorreu em 2021, conforme explicou o presidente da Braskem, Roberto Ramos. Segundo o executivo, a empresa tomou essa decisão após reconhecer os impactos da atividade de mineração no afundamento do solo em diversos bairros de Maceió.

    “Quando aconteceram os afundamentos, e ficou claro que a razão estava ligada à exploração das minas, a Braskem parou de explorar. Isso que aconteceu não vai se repetir”, afirmou.

    Como medida para conter os danos causados, a Braskem deu início ao preenchimento das cavernas subterrâneas deixadas pela mineração, utilizando água ou areia no processo.

    “Temos que preencher as cavidades com água, que é a forma natural, desde que a pressão seja mantida para evitar vazamentos. Nas cavernas onde isso não for possível, utilizaremos areia”, detalhou Ramos.

    O presidente afirmou que a recuperação será lenta e cuidadosa para evitar novos desequilíbrios geológicos. “Não é algo que se faz rapidamente, pois encher uma caverna sem preencher outra pode desestabilizar toda a estrutura. Estimamos que o processo leve pelo menos dez anos”, acrescentou.

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    © 2026 Direitos reservados Politica Alagoana. Desenvolvido por MOBOX TECNOLOGIA

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.