Banner
Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    segunda-feira, 27 abril
    Política AlagoanaPolítica Alagoana
    ANUNCIE
    • INÍCIO
    • ÚLTIMAS NOTÍCIAS
    • BRASIL
    • CIDADES
    • CULTURA
    • ECONOMIA
    • ESPORTE
    • MUNDO
    • Municípios
    • Política
    • SAÚDE
    • Turismo
    Política AlagoanaPolítica Alagoana
    Home»BRASIL»“Não tem impacto em preço”, diz Haddad sobre imposto de importação
    BRASIL

    “Não tem impacto em preço”, diz Haddad sobre imposto de importação

    Na noite dessa quarta-feira (25), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu o aumento das alíquotas do Imposto de Importação e refutou críticas de que a medida provocará alta nos preços ao consumidor. A declaração foi dada na entrada do Ministério da Fazenda.

    A manifestação ocorre em meio a estimativas de que a mudança tarifária poderá elevar a arrecadação federal em cerca de R$ 14 bilhões em 2026. O governo sustenta que a iniciativa tem caráter regulatório e não se enquadra como simples elevação de carga tributária.

    Na avaliação do ministro, a elevação das tarifas busca proteger a produção nacional diante da concorrência de produtos importados vendidos a preços artificialmente reduzidos. Segundo ele, mais de 90% dos itens atingidos já são fabricados no Brasil, o que afastaria impacto relevante sobre os valores cobrados do consumidor.

    “Não tem impacto em preço, é uma mentira o que estão falando, que isso vai encarecer, porque os produtos são feitos aqui, mas impede que uma empresa estrangeira, utilizando um subterfúgio, consiga concorrer com a empresa que está instalada no Brasil com um produto similar”, afirmou Haddad.

    O setor de eletrônicos, especialmente o de telefones celulares, está no centro do debate. Representantes do varejo temem que a alta tarifária encareça os aparelhos, mas o ministro rebateu a preocupação ao destacar que a maior parte dos celulares vendidos no país é montada internamente, sobretudo na Zona Franca de Manaus.

    “Mais de 90% dos celulares consumidos no Brasil são feitos no Brasil. Portanto, não há importação relevante”, declarou. Para o governo, a tarifa atinge apenas equipamentos produzidos no exterior e comercializados no mercado brasileiro com preços considerados incompatíveis com os praticados pela indústria local.

    A medida foi aprovada pela Câmara de Comércio Exterior (Camex). Haddad argumentou que, por se tratar de instrumento regulatório voltado a coibir práticas desleais no comércio internacional, não seria necessária a análise de impacto tributário tradicional exigida para alterações fiscais convencionais.

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    © 2026 Direitos reservados Politica Alagoana. Desenvolvido por MOBOX TECNOLOGIA

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.