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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»MPAL denuncia donos de clínica por morte de esteticista em Marechal Deodoro
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    MPAL denuncia donos de clínica por morte de esteticista em Marechal Deodoro

    O Ministério Público do Estado de Alagoas denunciou os proprietários da Comunidade Terapêutica Luz e Vida, em Marechal Deodoro, pela morte da esteticista Cláudia Pollyanne Farias de Santana. Inicialmente tratada como morte natural, a ocorrência passou a ser investigada como homicídio após a coleta de provas e depoimentos de outros internos da instituição.

    A denúncia foi apresentada pela 2ª Promotoria de Justiça da comarca, sob responsabilidade do promotor Adriano Jorge, que também incluiu uma tia da vítima como partícipe no caso e solicitou a prisão preventiva dos acusados.

    Os donos da clínica respondem pelos crimes de homicídio mediante tortura e cárcere privado. Segundo o Ministério Público, há indícios de que a vítima foi submetida a maus-tratos constantes, uso excessivo de medicamentos e agressões físicas.

    De acordo com a investigação, o proprietário da clínica teria confessado à polícia que utilizava o golpe conhecido como “mata-leão” para conter internos. A esposa dele também foi apontada como cúmplice, sendo acusada de agredir e ameaçar pacientes.

    A denúncia aponta ainda que a vítima permaneceu internada contra a própria vontade por um período superior ao previsto em contrato. A tia, responsável pelo pagamento do tratamento, teria contribuído para a permanência prolongada no local.

    Laudos do Instituto Médico Legal (IML) indicaram a presença de diversos medicamentos no organismo da vítima, o que reforça a suspeita de que ela era dopada de forma recorrente. Relatos de outros internos confirmam que agressões físicas e administração forçada de remédios faziam parte da rotina.

    Segundo o MPAL, Cláudia Pollyanne sofreu espancamentos e morreu em decorrência de traumatismo craniano e asfixia. O órgão também investiga a tentativa dos acusados de simular uma morte natural para dificultar a apuração do caso.

    Além da denúncia, o Ministério Público solicitou mandados de busca e apreensão na clínica, bem como a quebra de sigilo de dados e dispositivos eletrônicos, com o objetivo de reunir mais provas. O caso segue em investigação.

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