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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Ministro Moraes exige roupas civis em depoimento de tenente-coronel
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    Ministro Moraes exige roupas civis em depoimento de tenente-coronel

    Brasília (DF), 05/12/2024 - O ministro Alexandre de Moraes durante sessão do STF. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

    Na investigação sobre a suposta trama golpista conhecida como Plano Punhal Verde-Amarelo, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o tenente-coronel do Exército Rafael Martins de Oliveira deixasse a farda e retornasse vestido com roupas civis em até dez minutos para o interrogatório.

    Acusado no Núcleo 3 da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), Oliveira está detido desde o ano passado e prestou depoimento por videoconferência ao juiz auxiliar Rafael Tamai.

    A defesa, inicialmente, tentou manter o uso da farda militar, contrariando uma determinação prévia que proibiu o uso do uniforme durante os interrogatórios.


    Conforme afirmou Moraes, é obrigatório que os réus estejam trajados com roupas civis durante os interrogatórios, pois a acusação é contra indivíduos, não contra o Exército Brasileiro”. O ministro ressaltou que, se isso não ocorrer, poderá ser interpretado como uma renúncia ao direito de defesa por parte do réu.

    Depois da determinação, o militar voltou à audiência às 19h10 usando camiseta.

    Oliveira negou envolvimento no suposto plano golpista e se declarou “prisioneiro de guerra”, afirmando que desconhecia o Plano Punhal Verde-Amarelo até ser preso. Durante o depoimento, ele permaneceu em silêncio diante das perguntas da PGR e do juiz auxiliar, respondendo apenas às questões feitas por sua defesa.

    Na segunda-feira (28), o Supremo Tribunal Federal (STF) ouviu nove militares do Exército e um policial federal, acusados de planejar ações táticas para concretizar um suposto golpe. Entre as atividades investigadas estava o monitoramento de autoridades como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes.

    Figuram entre os interrogados Bernardo Romão Correa Netto, Estevam Theophilo e outros oficiais do Batalhão de Forças Especiais do Exército, conhecidos popularmente como “kids pretos”.

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