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    Home»Política»MDB prepara segundo nome ao Senado após saída de Ronaldo Lessa
    Política

    MDB prepara segundo nome ao Senado após saída de Ronaldo Lessa

    Lenilda Lima e DAfne Oiron: sindicalistas surgem como opção para o PT indicar nomes para disputa ao Senado em Alagoas. Foto: reprodução.

    A saída do vice-governador Ronaldo Lessa (PDT) do grupo governista obrigou o MDB a redesenhar a estratégia para a disputa ao Senado em 2026.

    Nos bastidores, a decisão já está tomada: o grupo liderado pelo governador Paulo Dantas e pelo senador Renan Filho vai lançar um segundo nome ao Senado ao lado de Renan Calheiros.

    E a tendência, neste momento, é por um nome “prata da casa” ou de um partido aliado historicamente vinculado à base do governo.

    O plano original era outro. Enquanto Ronaldo Lessa ainda integrava o grupo governista, a ideia era trabalhar sua candidatura ao Senado na composição liderada pelo MDB. O vice-governador tinha aval político de Paulo Dantas, Renan Filho e Renan Calheiros para disputar a vaga e chegou a discutir esse cenário antes mesmo de procurar o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi.

    Mas a mudança de posição política de Lessa alterou completamente o cenário.

    Ao migrar para o grupo de JHC (PSDB) e iniciar aproximação com setores da direita, o vice-governador praticamente inviabilizou qualquer possibilidade de permanência na chapa governista.

    Com isso, o MDB passou a discutir novos nomes. A orientação do grupo é que o segundo candidato ao Senado precisa estar alinhado ao projeto de continuidade do governo e ter identidade política mais próxima do campo liderado por Paulo Dantas e Renan Filho.

    Entre as alternativas discutidas, surgem nomes do próprio MDB e também de partidos aliados, como PT, PSD, PSB e Solidariedade.

    O médico Ze Wanderley, do MDB é um dos nomes que podem compor a chapa majoritária, ao lado de Renan Calheiros. Ele também é cotado para disputar mandato de deputado federal pelo partido. No PT surgem vários nomes, a exemplo de Judson Cabral e das sindicalistas Dafne Orion e Lenilda Lima.

    A definição de um segundo nome ao Senado deve ajudar a dividir votos de opinião com candidatos da oposição, especialmente nos maiores centros urbanos. A avaliação dentro do MDB é de que a eleição para o Senado tende a ser altamente fragmentada e exigirá uma chapa competitiva, organizada e politicamente alinhada desde o início da campanha.

    Fonte: Blog de Edivaldo Junior

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