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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Liquidação do Will Financeira pode elevar rombo do FGC para quase R$ 50 bilhões
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    Liquidação do Will Financeira pode elevar rombo do FGC para quase R$ 50 bilhões

    2026-01-21T18:02:46-03:000000004631202601

    A liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, conhecida como Will Bank, deve ampliar de forma significativa o impacto financeiro sobre o Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O fundo já está em processo de desembolso de R$ 40,6 bilhões referentes à liquidação do Banco Master e pode se aproximar de R$ 50 bilhões com a inclusão do Will, que integrava o mesmo conglomerado.

    Dados do IFData, sistema do Banco Central que consolida informações contábeis das instituições financeiras, indicam que a Will Financeira mantinha R$ 6,5 bilhões em depósitos a prazo na data-base de setembro do ano passado, último balanço disponível. Esses recursos correspondem, em sua maioria, a Certificados de Depósito Bancário (CDBs), títulos emitidos por instituições financeiras para captação de recursos junto ao público, com prazo definido e remuneração por juros.

    Por se tratarem de passivos bancários, esses valores devem ser devolvidos aos investidores e contam com a garantia do FGC até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. Na prática, quanto maior o volume de depósitos a prazo concentrado em uma instituição, maior é a exposição do fundo em situações de intervenção ou liquidação.

    No caso da Will Financeira, o montante tende a aumentar de forma relevante a pressão sobre o FGC, especialmente em um cenário já agravado pela liquidação do Banco Master, decretada em novembro do ano passado.

    Criado em 2017, o Will foi adquirido em 2024 pelo empresário Daniel Vorcaro, passando a ter o Banco Master como controlador majoritário do banco digital. A decisão de liquidação foi assinada pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e determina a indisponibilidade dos bens dos sócios do Master, do próprio Vorcaro e de ex-administradores da instituição.

    Entre os atingidos pela medida estão Daniel Bueno Vorcaro, Armando Miguel Gallo Neto, Felipe Wallace Simonsen, Will Holding Financeira, Master Holding Financeira, 133 Investimentos e Participações, além dos ex-diretores Ricardo Saad Neto e Felipe Felix Soares de Sousa.


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