O mês de março ganhou, oficialmente, um significado ainda mais importante em Alagoas. Por meio da Lei Ordinária nº 9.703/2025, de autoria do deputado estadual Alexandre Ayres (MDB), foi instituído no calendário oficial do Estado o Março Roxo, dedicado à realização de ações de conscientização sobre a epilepsia.
A legislação garante que, todos os anos, o mês seja marcado por campanhas educativas, palestras, mobilizações sociais e divulgação de informações sobre sintomas, tratamento e cuidados necessários durante crises epilépticas. A iniciativa busca ampliar o conhecimento da população e combater o preconceito ainda enfrentado por milhares de pessoas que convivem com a condição.
Segundo o parlamentar, a criação do Março Roxo representa um avanço importante na promoção da saúde e da inclusão. “Nosso objetivo é transformar informação em proteção. Quando a sociedade entende o que é a epilepsia e aprende como agir diante de uma crise, nós reduzimos o preconceito e salvamos vidas. O Março Roxo nasce para dar visibilidade a essa causa e garantir que o tema esteja presente de forma permanente na agenda pública do nosso Estado”, afirmou Alexandre Ayres.
A epilepsia é uma condição neurológica caracterizada por crises recorrentes, que podem se manifestar de diferentes formas. Apesar de ser tratável, ainda é cercada por desinformação, o que contribui para estigmas e dificuldades sociais. Com a lei em vigor, o mês de março passa a ser um período estratégico para promover diálogo, capacitação e conscientização em escolas, unidades de saúde e espaços públicos.
“Precisamos falar sobre epilepsia com responsabilidade e empatia. Muitas vezes, o maior desafio não é apenas a doença, mas o olhar da sociedade. A educação é a ferramenta mais poderosa que temos para mudar essa realidade”, reforçou o deputado.
Com o Março Roxo oficialmente instituído, Alagoas consolida uma política permanente de conscientização, fortalecendo a inclusão, ampliando o acesso à informação e reafirmando o compromisso do mandato de Alexandre Ayres com a saúde pública e com a dignidade das pessoas que convivem com a epilepsia.

