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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Justiça mantém fábrica de ração interditada após morte de 96 cavalos em Alagoas
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    Justiça mantém fábrica de ração interditada após morte de 96 cavalos em Alagoas

    Foto: reprodução

    A Justiça Federal manteve a suspensão total das atividades de uma empresa de nutrição animal investigada por suposta contaminação na produção de ração que teria causado a morte de mais de 200 cavalos em diferentes estados do país, sendo 96 mortes em Alagoas. A decisão foi obtida pela Advocacia-Geral da União após apontamentos do Ministério da Agricultura e Pecuária sobre riscos sanitários e falhas graves nos processos de fabricação.

    Em Alagoas, o caso atingiu diretamente o Haras Nova Alcateia, localizado em Atalaia, onde cerca de 69 mortes foram registradas até julho de 2025, segundo o próprio criatório. Entre os animais mortos está o garanhão Quantum de Alcateia, considerado um dos principais nomes da equinocultura nacional e avaliado em aproximadamente R$ 12 milhões.

    As investigações apontam que a contaminação pode estar relacionada à presença de alcaloides pirrolizidínicos, substâncias tóxicas incompatíveis com a segurança alimentar animal. Segundo o MAPA, análises preliminares identificaram indícios dessas substâncias em amostras da ração consumida pelos cavalos. No Haras Nova Alcateia, os animais apresentaram sintomas semelhantes antes das mortes, descritas pelo criatório como uma intoxicação “violenta e devastadora”.

    A empresa investigada tentou autorização judicial para retomar parcialmente a fabricação de produtos destinados a outros animais, alegando que a suspensão deveria atingir apenas as linhas voltadas para equinos. Apesar de ter conseguido uma liminar inicial, a Justiça entendeu que as medidas adotadas ainda eram insuficientes para eliminar os riscos identificados durante as fiscalizações.

    De acordo com o Ministério da Agricultura, foram encontradas falhas estruturais e operacionais consideradas graves, incluindo deficiência nos controles de qualidade, problemas de rastreabilidade, irregularidades sanitárias e risco de contaminação cruzada, já que a empresa utilizava uma única linha de produção para diferentes produtos.

    A suspensão das atividades está em vigor desde junho de 2025, quando o MAPA emitiu um Termo de Suspensão Cautelar Total. Na decisão, a Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Itumbiara, em Goiás, afirmou que a paralisação é necessária para proteger a saúde animal e o interesse público até que todas as irregularidades sejam corrigidas.

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