Banner
Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    sábado, 25 abril
    Política AlagoanaPolítica Alagoana
    ANUNCIE
    • INÍCIO
    • ÚLTIMAS NOTÍCIAS
    • BRASIL
    • CIDADES
    • CULTURA
    • ECONOMIA
    • ESPORTE
    • MUNDO
    • Municípios
    • Política
    • SAÚDE
    • Turismo
    Política AlagoanaPolítica Alagoana
    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Inquérito da PF sobre nomeação de “fantasmas” volta a assombrar governador de Alagoas
    ÚLTIMAS NOTÍCIAS

    Inquérito da PF sobre nomeação de “fantasmas” volta a assombrar governador de Alagoas

    O governador de Alagoas, Paulo Dantas (MDB) é um dos principais personagens de um processo que investiga a nomeação de funcionários “fantasmas” pela Assembleia Legislativa do Estado. A investigação é de inquérito da Superintendência da Polícia Federal em Alagoas.

    Aberto em 2017, sob o número 137, o inquérito pode ganhar adendos documentais nos próximos dias e levar mais dores de cabeça a Paulo Dantas na reta final da campanha eleitoral, de acordo com fontes ouvidas pela Coluna.

    Ele é apontado como um dos responsáveis por apadrinhar conhecidos na estrutura da Assembleia Legislativa. Na ocasião dos fatos, Paulo Dantas ocupava a diretoria-geral da Casa, que, coincidência ou não, tinha como presidente seu pai, o deputado Luiz Dantas.

    Um trecho do processo – que está em segredo de Justiça e ao qual a Coluna teve acesso (reprodução) – cita Paulo Dantas e detalha o caso de Flávia Amorim Costa Tenório, que apareceu na lista de funcionários da Assembleia Legislativa, como secretaria parlamentar, entre julho de 2016 e setembro de 2017.

    Seus salários variaram entre R$ 10.721,47 e R$ 15.947,56. Em depoimento, Flávia disse que jamais trabalhou na Assembleia Legislativa e que nem mesmo sabia a localização da instituição. Afirmou, ainda, que era “do lar”, que não possuía renda e que era cadastrada no programa Bolsa-Família.

    Flávia, no entanto, deu importante pista para a investigação ao dizer que seu marido, Rodrigo de Barros, havia sido motorista de Paulo Dantas.

    Em resposta à coluna, nesta tarde, o governador saiu pela tangente sobre a responsabilidade no caso e se limitou a dizer que “Nesta época, eu era diretor-geral da Assembleia Legislativa de Alagoas e não gerenciava os recursos humanos da Casa, logo não posso comentar sobre investigação que não me envolve”.

    Fonte – Isto É

    #politica #politicaalagoana

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    © 2026 Direitos reservados Politica Alagoana. Desenvolvido por MOBOX TECNOLOGIA

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.