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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Haddad critica oposição e afirma que extrema direita atua de forma “antinacional”
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    Haddad critica oposição e afirma que extrema direita atua de forma “antinacional”

    Foto: Kebec Nogueira/Metrópoles.

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fez duras críticas à atuação da oposição no Congresso Nacional, acusando-a de agir como uma força “antinacional” e de não colaborar com os interesses do país. Segundo ele, a postura adotada por setores da extrema direita tem prejudicado até instituições fundamentais, como as Forças Armadas e o Itamaraty.

    “A extrema direita é antinacional. Ela não está colaborando com os interesses nacionais. Hoje, em virtude dessa oposição completamente irresponsável, estamos deixando as Forças Armadas, que não têm verbas vinculadas, sem recurso. O Itamaraty sem recurso. Tudo isso para beneficiar meia dúzia de empresários”, declarou o ministro.

    Haddad também criticou parlamentares que, segundo ele, se dizem patriotas, mas “batem continência à bandeira dos Estados Unidos” e “torcem por um golpe externo”, o que, na visão do ministro, é incompatível com o papel de um representante do povo brasileiro.

    Ao comentar a recente decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino sobre a transparência nas emendas impositivas, Haddad afirmou que não vê a medida como uma derrota do Congresso Nacional. Para ele, trata-se de um movimento necessário para garantir a harmonia entre os Poderes.

    “O STF não está derrotando o Congresso. Ele está dizendo como têm de funcionar as emendas para que o equilíbrio entre os Poderes seja restabelecido. Não é uma derrota do Congresso, é uma harmonia entre os Poderes”, disse.

    As emendas parlamentares impositivas, que obrigam o governo federal a liberar os recursos indicados por deputados e senadores, estão sob análise da Corte. O debate atual gira em torno da constitucionalidade da chamada “impositividade”, especialmente em relação às transferências especiais, conhecidas como “emendas Pix”, e às emendas de bancada.

    Haddad defendeu maior transparência e racionalidade na liberação desses recursos, ressaltando que o país precisa de responsabilidade fiscal e de um Legislativo comprometido com os interesses coletivos, e não com benefícios pontuais para grupos econômicos específicos.

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