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    Home»BRASIL»Esquema criminoso na Caixa: FICCO/AL caça técnicos que furtavam equipamentos bancários
    BRASIL

    Esquema criminoso na Caixa: FICCO/AL caça técnicos que furtavam equipamentos bancários

    A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Alagoas (FICCO/AL) deflagrou, nessa quarta-feira (11), a Operação Assíncrono com o objetivo de desarticular um esquema de furto qualificado e receptação de equipamentos de informática pertencentes à Caixa Econômica Federal.

    A ação contou com a participação de agentes da Polícia Federal (PF), Polícia Militar de Alagoas (PMAL) e Polícia Penal (PPAL), que cumpriram seis mandados de busca e apreensão nos bairros Cidade Universitária e Benedito Bentes, na parte alta de Maceió. Os alvos são funcionários terceirizados e pessoas suspeitas de receptação dos equipamentos furtados.

    As investigações apontam que o esquema teve início na agência da Caixa localizada no município de São Miguel dos Campos, a cerca de 63 quilômetros da capital alagoana. De acordo com os investigadores, técnicos responsáveis pela manutenção do sistema de câmeras de monitoramento teriam aproveitado o acesso às dependências da agência para furtar notebooks funcionais e outros dispositivos eletrônicos.

    Durante a operação, além da recuperação de bens pertencentes à União, foram apreendidos diversos equipamentos eletrônicos que passarão por perícia. O objetivo é identificar outros possíveis envolvidos no esquema e verificar se mais itens do patrimônio público foram desviados.

    Em nota oficial, a FICCO/AL destacou que a integração entre as forças de segurança é fundamental para o enfrentamento da criminalidade organizada. Segundo a instituição, a atuação conjunta de PF, PM e Polícia Penal contribui para desarticular grupos criminosos estruturados e reforçar a segurança pública no estado.

    Os investigados poderão responder pelos crimes de furto qualificado e receptação. Caso sejam condenados, as penas somadas podem ultrapassar 12 anos de reclusão. Os materiais apreendidos também serão utilizados para aprofundar as investigações sobre possíveis desvios semelhantes em outras unidades bancárias.

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