Muitas vezes, e quase sempre foi assim, eu escolho o candidato a prefeito de Maceió, cidade onde eu voto, por exclusão.
Mas não deixo de votar.
Por outro lado, tenho um cuidado especial na escolha do (a) candidato (a) a vereador (a) em quem vou votar.
Sempre acreditei que o Poder Legislativo, apesar de ser o mais vulnerável a críticas e denúncias, cumpre o papel fundamental na qualificação de um governo.
Eu bem sei que temos um zelo especial para definir quem vai ficar com a chave do cofre – em qualquer nível -, o que é facilmente explicável num país presidencialista.
Entretanto, um vereador independente, combativo e vigilante pode ser exatamente o personagem que vai cobrar e fiscalizar o governante.
Posso assegurar, pelo tanto que conheço do meio, que é mais fácil encontrar candidato (a) mais próximo (a) ao ideal para vereador (a) do que para prefeito.
Escolher um vereador (a) ruim é autorizar o prefeito a ser ruim.
Fonte – Blog do Ricardo Mota

