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    Discord entra novamente na mira do Ministério Público após denúncias de crimes contra menores

    2026-02-19T21:58:19-03:000000001928202602

    O Discord entrou mais uma vez na mira do Ministério Público de São Paulo (MPSP) após a deputada federal Sâmia Bomfim (PSol) e a Polícia Civil apresentarem novos indícios de crimes cometidos na plataforma. Lideranças que ensinam e incentivam a prática de delitos também foram identificadas.

    A promotoria instaurou um inquérito civil contra o Discord pela primeira vez em 6 de junho de 2023. O procedimento foi arquivado em 7 de outubro de 2024, mas reaberto no último 11 de fevereiro.

    Dois dias antes, em 9 de fevereiro, o Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad) da Polícia Civil de São Paulo encaminhou um relatório ao MPSP em que analisava a responsabilidade do Discord na moderação da plataforma e na cooperação com a autoridade policial.

    No documento, o Noad destacou o crescimento significativo de crimes cometidos na plataforma e as configurações do aplicativo, que favorecem o anonimato e a baixa rastreabilidade do usuário.

    O núcleo também apontou que o Discord não adota mecanismos preventivos e eficazes de detecção, prevenção e interrupção de crimes em seus servidores, e que a maior parte das vítimas desses delitos é formada por adolescentes do sexo feminino.

    Na portaria de instauração do inquérito civil, obtida pelo Metrópoles, o Grupo de Atuação Especial da Segurança Pública e Controle Externo da Atividade Policial (Gaesp) determinou a reabertura do inquérito civil e deu o prazo de cinco dias para o Discord entrar com um recurso ao Conselho Superior do MPSP.

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