Mais de um século após a Quebra de Xangô, um dos episódios mais marcantes de intolerância religiosa no Brasil, seus reflexos ainda permanecem no cotidiano de Maceió, inclusive por meio de homenagens públicas a figuras associadas ao ocorrido.
Com o objetivo de preservar a memória histórica e promover reparação, a Defensoria Pública do Estado de Alagoas ingressou, nesta quinta-feira (19), com uma ação civil pública contra o município.
Na ação, o órgão solicita que, após o trâmite judicial, seja retirado o nome de Fernandes Lima de logradouros públicos da capital alagoana, como forma de rever homenagens ligadas ao episódio e contribuir para o reconhecimento dos danos causados.

