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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Crise do Diesel: Caminhoneiros articulam paralisação nacional contra alta de preços
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    Crise do Diesel: Caminhoneiros articulam paralisação nacional contra alta de preços

    A articulação para uma paralisação nacional de caminhoneiros ganha força em diversas regiões do Brasil, motivada pela insatisfação generalizada com a escalada dos custos do diesel e a percepção de que as medidas governamentais são insuficientes.

    O movimento, liderado por figuras como Wallace Landim, o Chorão, presidente da Abrava, busca unir tanto os motoristas autônomos quanto os contratados sob regime celetista para pressionar o governo federal por soluções estruturais. Embora ainda não exista uma data definida para o início da greve, lideranças do setor em estados como São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Goiás afirmam que a categoria já deliberou pelo bloqueio das atividades, alegando que o trabalho se tornou financeiramente insustentável.


    O principal ponto de conflito reside na anulação dos benefícios fiscais recentemente anunciados. Poucos dias após o governo federal divulgar um pacote emergencial que zerava alíquotas de PIS e Cofins e oferecia subvenções para baratear o combustível em até R$ 0,64 por litro, a Petrobras anunciou um reajuste de R$ 0,38 nas refinarias.

    Segundo os transportadores, esse aumento, justificado pela estatal pela alta do petróleo no mercado internacional e pelos conflitos no Oriente Médio, absorveu o impacto da redução tributária e impediu que o alívio chegasse aos postos de combustíveis. Landim critica a falta de previsibilidade e afirma que a categoria se sente enganada, já que o governo teria ciência prévia do reajuste da Petrobras.


    Para evitar a paralisação, os caminhoneiros exigem o cumprimento efetivo da Lei do Piso Mínimo do Frete, alegando que a fiscalização da ANTT é falha e que muitos motoristas são obrigados a aceitar valores abaixo do custo por pressão do mercado. Outras demandas incluem a isenção de pedágio para caminhões vazios e uma fiscalização rigorosa nos postos, onde o governo já identificou sinais de abuso de preços. No entanto, o cenário político se mostra complexo, uma vez que os governadores estaduais já negaram o pedido do presidente Lula para reduzir o ICMS sobre o diesel, alegando perdas arrecadatórias anteriores e acusando as distribuidoras de reterem as quedas de preços em vez de repassá-las ao consumidor final.


    Enquanto a Casa Civil tenta abrir canais de diálogo para evitar o desabastecimento, o clima entre os caminhoneiros é de ceticismo. As lideranças ressaltam que as dificuldades operacionais permanecem as mesmas ao longo dos anos e que a dependência da importação de combustível torna a situação crítica. Com cerca de 1,5 milhão de profissionais envolvidos entre autônomos e contratados, a categoria vê na interrupção dos serviços o único instrumento capaz de garantir a sobrevivência financeira diante de uma planilha de custos que não para de crescer.

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