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    COP30: 37 delegações ainda buscam hospedagem em Belém às vésperas do evento

    A menos de uma semana da abertura da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém (PA), ainda há indefinição quanto à hospedagem de 37 delegações estrangeiras, o que pode colocar em dúvida a presença desses países no encontro. Apesar disso, a organização já confirma que representantes de 149 nações têm alojamento garantido na capital paraense.

    O número mostra melhora significativa em comparação a um mês atrás, quando apenas 87 países estavam com estadia confirmada e 90 ainda buscavam acomodações para suas autoridades. A expectativa inicial era reunir representantes dos 196 integrantes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC). Por protocolo diplomático, a lista de países confirmados só será anunciada com o início da conferência.

    A COP30 é vista como estratégica para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que pretende apresentar os avanços do governo federal na agenda ambiental. O discurso oficial classifica esta edição como a “COP da implementação”, etapa em que acordos anteriores devem começar a sair do papel.

    Mesmo assim, a hospedagem continua sendo um dos principais entraves da preparação. A alta nos preços das diárias e o número limitado de vagas têm dificultado a presença especialmente de delegações de nações menores ou em desenvolvimento. Para driblar esse cenário, Lula está desde segunda-feira (3) instalado no barco “Iana III”, adaptado com padrão de hotel.

    A Presidência informou que a embarcação atende aos requisitos necessários para abrigar o chefe do Executivo e sua equipe, levando em conta segurança, custo e conforto. Lula está na capital desde sábado (1º), onde visitou obras, comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas. Após um dia sem agenda oficial nesta terça-feira (4), ele deve realizar reuniões bilaterais na quarta-feira (5), antes da Cúpula dos Líderes, marcada para quinta (6) e sexta-feira (7).

    Com receio de que a falta de acomodações comprometa a participação internacional, o governo brasileiro criou uma força-tarefa para ajudar delegações na busca por locais onde ficar. Uma plataforma oficial passou a reunir mais de 4 mil quartos em Belém, com tarifas entre US$ 200 e US$ 600 por diária. Há também cabines em navios de cruzeiro por US$ 200 ao dia.

    Além disso, foram reservados 2,5 mil quartos individuais para delegações: 15 por país, com preços entre US$ 100 e US$ 200, para os 73 classificados como LDCs (Países Menos Desenvolvidos) e PEIDs (Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento), e outros 10 por país, de US$ 200 a US$ 600, para as demais nações.

    O governo brasileiro apoiou o aumento do subsídio pago pela Organização das Nações Unidas para despesas de missões oficiais, que passou de US$ 143 para US$ 197 após aprovação da UNFCCC.

    O presidente Lula também autorizou o emprego das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO) durante a conferência. O decreto, publicado na segunda-feira (3), é válido de 2 a 23 de novembro e abrange Belém, Altamira e Tucuruí. O objetivo é assegurar a integridade das atividades da Cúpula dos Líderes e da COP30, tanto no Parque da Cidade quanto em locais estratégicos, como o Aeroporto Internacional de Belém, o Porto de Outeiro e as usinas de Belo Monte e Tucuruí. A Cúpula ocorre entre 6 e 7 de novembro, e a conferência de 10 a 21 do mesmo mês.

    O encontro de líderes é considerado o momento político mais relevante das negociações climáticas, reunindo chefes de Estado, primeiros-ministros e governantes de todo o mundo para impulsionar acordos que serão aprofundados nas etapas técnicas da COP.

    O Ministério das Relações Exteriores afirma que 143 delegações estarão presentes, sendo 57 chefiadas por líderes de governo. Já os Estados Unidos e a Argentina ainda não confirmaram participação, nem mesmo com representantes oficiais, sob liderança dos presidentes Donald Trump e Javier Milei — ambos críticos das políticas climáticas tratadas no evento.

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