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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Contarato é eleito presidente da CPI do Crime Organizado em primeira vitória do governo Lula no Senado
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    Contarato é eleito presidente da CPI do Crime Organizado em primeira vitória do governo Lula no Senado

    2025-11-04T13:55:07-03:000000000730202511

    Comissão é instalada uma semana após megaoperação policial que deixou 121 mortos no Rio de Janeiro

    O Senado Federal instalou, nesta terça-feira (4/11), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar o avanço do crime organizado no Brasil. Em uma vitória apertada do governo, o senador Fabiano Contarato (PT-ES) foi eleito presidente do colegiado por 6 votos a 5, superando o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), que acabou assumindo a vice-presidência por aclamação.

    A relatoria da CPI ficou com Alessandro Vieira (MDB-SE), autor do requerimento que deu origem à investigação. A comissão terá 120 dias para apurar a atuação de facções criminosas e milícias em todo o país.

    A eleição ocorreu após impasse entre governo e oposição, que não chegaram a um consenso sobre o comando do grupo. Senadores Eduardo Girão (Novo-CE) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defenderam que a presidência ficasse com a oposição, enquanto a base governista se articulou em torno de Contarato.

    Logo após a escolha da mesa diretora, os parlamentares realizaram um minuto de silêncio em homenagem aos quatro policiais mortos durante a megaoperação nos Complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, que deixou 121 mortos na última semana.

    Contexto político e segurança pública

    A criação da CPI foi anunciada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), dois dias após a operação policial no Rio. Segundo o relator Alessandro Vieira, o avanço das organizações criminosas é reflexo do “abandono do poder público”.

    “Essa tragédia tem solução. Não é uma pauta eleitoreira, é uma urgência nacional”, afirmou o senador em suas redes sociais.

    A CPI reúne 11 senadores titulares, e até o momento 10 já foram indicados pelas lideranças partidárias. O tema promete ser um dos mais sensíveis do Congresso, especialmente diante da proximidade das eleições de 2026.

    Enquanto a direita bolsonarista busca associar o debate da segurança pública ao governo Lula, a base governista tenta evitar novos focos de desgaste, em meio à tramitação da PEC da Segurança Pública e do PL Antifacção, enviado pelo Planalto no fim de outubro.

    “Hora de deixar a disputa eleitoral de lado”

    Alessandro Vieira afirmou que pretende conduzir os trabalhos com imparcialidade técnica, ouvindo governadores de diferentes estados, entre eles Cláudio Castro (PL-RJ), da Bahia e do Ceará — estados com graves problemas de segurança.

    “O Rio de Janeiro não foi sorteado por Deus para ter violência. O que existe é um acúmulo de décadas de omissão, corrupção e erros. A CPI deve ser um espaço de racionalidade, longe da discussão eleitoreira”, declarou o relator.

    Com a instalação da comissão, o Senado abre um novo capítulo nas discussões sobre segurança pública e combate ao crime organizado, em um momento de forte polarização política e pressão por respostas concretas às recentes tragédias.

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