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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»CNJ encaminha ao MPF provas de venda de sentenças envolvendo magistrados do TJMT
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    CNJ encaminha ao MPF provas de venda de sentenças envolvendo magistrados do TJMT

    Provas obtidas no celular do advogado Sebastião Zampieri, assassinado em circunstâncias ainda não esclarecidas, apontam indícios de venda de sentenças e outras irregularidades envolvendo magistrados do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). O material foi enviado ao Ministério Público Federal (MPF) no dia 31 de julho de 2024, por determinação do então corregedor nacional de Justiça, ministro Luis Felipe Salomão.

    Os diálogos explosivos foram recuperados após a Corregedoria Nacional de Justiça solicitar à 12ª Vara Criminal de Cuiabá cópias integrais do conteúdo apreendido do celular de Zampieri. O material havia sido confiscado pelo juiz Wladymir Perri, que agora enfrenta uma reclamação disciplinar por supostas irregularidades na condução do caso.

    Venda de sentenças e influência judicial

    Entre as mensagens analisadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), há uma conversa em que Zampieri afirma ao desembargador Sebastião de Moraes Filho ter dialogado com um “rapaz de Brasília” e assegura que não havia procedimentos contra o magistrado no Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou no próprio CNJ. A troca de mensagens reforça suspeitas de negociações ilegais e tráfico de influência no judiciário mato-grossense.

    Ações suspeitas do juiz Wladymir Perri

    O juiz Wladymir Perri, responsável pela apreensão do celular, teria violado procedimentos ao deslacrar os envelopes com os dados sem a presença de representantes do Ministério Público ou da defesa. Além disso, ele teria negado às partes o acesso ao conteúdo, o que agravou as suspeitas sobre sua conduta e levou à abertura de investigações contra ele.

    Afastamento de desembargadores

    Em agosto de 2024, o CNJ determinou o afastamento dos desembargadores Sebastião de Moraes Filho e João Ferreira Filho, ambos do TJMT, citados no material analisado. A decisão foi tomada com base nos indícios de envolvimento dos magistrados em esquemas de venda de sentenças e outras práticas ilegais.

    Investigação avança no MPF

    Com o envio das provas ao MPF, o caso agora será investigado em primeira instância, já que envolve pessoas sem foro privilegiado. A análise das mensagens deve esclarecer a extensão do esquema e confirmar a participação de outras figuras do sistema judiciário. Segundo o ministro Luis Felipe Salomão, o objetivo é garantir que as investigações avancem de forma célere e transparente.

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