Encerrada a janela partidária, o cenário das chapas para deputado federal em Alagoas começa a se consolidar, com poucos grupos apresentando nominatas competitivas.
A federação PP/União lidera em estrutura. A chapa reúne nomes como Álvaro Lira, Marx Beltrão, Fábio Costa e Daniel Barbosa, além de Nivaldo Albuquerque, Gunnar e Olívia Tenório. A projeção do grupo é de três a quatro vagas.
O deputado Arthur Lira deve manter protagonismo no processo eleitoral, embora com expectativa de desempenho inferior ao de 2022. Naquele pleito, o PP elegeu quatro deputados e o União Brasil, um. Agora, a federação trabalha com até quatro cadeiras, com possibilidade de uma quinta, condicionada a uma eventual candidatura de Alfredo Gaspar à Câmara ou à transferência de votos para Leonardo Dias.
O PSD entra na disputa como uma das principais forças, com nominata montada para eleger dois deputados. Entre os nomes estão Luciano Amaral, Davi Maia, Rute Nezinho, Samyra do Basto, Júlio Cezar, Thais Canuto e Marcos Madeira.
O MDB apresenta cenário semelhante, também com projeção de duas vagas. A chapa inclui Isnaldo Bulhões, Rafael Brito, Dr. Wanderley, Chicão, Tereza Nelma, Cláudia Balbino, Fátima Santiago e Cristiano Mateus.
O PSDB aparece como competitivo na disputa por uma vaga, podendo chegar a duas, a depender do desempenho de seus principais nomes. Integram a nominata Marina Candia, Gilvan Barros, Gustavo Lima, Ivone Toledo, Eduardo Canuto e Chico Filho.
Fora desse grupo, o cenário é mais indefinido.
O PL tem como principal nome Leonardo Dias, mas ainda não consolidou uma chapa forte. A possível candidatura de Alfredo Gaspar à Câmara pode alterar esse quadro e garantir competitividade ao partido.
A Federação Brasil não conseguiu montar uma nominata competitiva. O deputado Paulão deve enfrentar dificuldades para viabilizar a reeleição.
Já a federação Solidariedade/PRD tenta se posicionar na disputa pela última vaga, dependendo do desempenho das articulações políticas conduzidas por Adeilson Bezerra.
Outros partidos devem disputar a eleição focados no cumprimento da cláusula de barreira, sem expectativa de eleger representantes.

