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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Câmara aprova arcabouço fiscal que substitui atual teto de gastos
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    Câmara aprova arcabouço fiscal que substitui atual teto de gastos

    A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira, o projeto do novo regime fiscal, ou arcabouço fiscal, que substitui o atual teto de gastos e cria novas regras para despesas da União. O texto teve 379 votos a favor e 64 contrários.

    Os parlamentares aprovaram o parecer do relator, deputado Cláudio Cajado, do PP – BA, que incluiu apenas duas mudanças aprovadas pelos senadores.

    A retirada do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e do Fundo Constitucional do Distrito Federal da meta fiscal, feita pelos senadores, foi mantida pela Câmara. Mas as despesas com ciência e tecnologia permanecerão como gastos limitados pela regra fiscal.

    O líder da oposição, Carlos Jordy, do PL – RJ, considera que a proposta representa uma falta de comprometimento do governo com a questão fiscal.

    Já a deputada Jandira Feghali, do PCdoB – RJ, considera que o novo marco é fiscal fundamental para geração de novos investimentos no país.

    O novo marco fiscal busca manter as despesas públicas abaixo da receita anual. E caso haja sobras, elas deverão ser usadas para investimentos. Há uma faixa de tolerância de 0,25 pontos percentuais, para cima ou para baixo, das metas fiscais que serão estabelecidas.

    O governo federal já estabeleceu a meta de zerar o déficit público em 2024, com a previsão de um superavit de 0,5% para 2025 e 1% em 2026. Caso não consiga cumprir essas metas, o novo regime prevê limitação nas despesas.

    Para evitar um congelamento das despesas, elas deverão crescer ao menos 0,6% da variação da receita. Independente do aumento da receita, o marco fiscal estabelece um aumento máximo anual de 2,5% das despesas.

    Uma série de exceções ao teto de gastos foram criadas, como transferência legais para estados e municípios, créditos emergenciais para calamidade pública e a política de valorização do salário mínimo.

    Com a aprovação pelos deputados, o novo regime fiscal vai para sanção do presidente Lula.
    Fonte – Agência Brasil

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