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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Arquivo revela como Epstein reagiu à facada em Bolsonaro
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    Arquivo revela como Epstein reagiu à facada em Bolsonaro

    2026-02-01T14:50:22-03:000000002228202602

    Novos documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos na sexta-feira (30/1), revelam a reação atribuída ao financista Jeffrey Epstein ao ser informado de que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) havia sido esf4queado durante a campanha presidencial de 2018.

    “Bolsonaro acabou de ser esf4queado no Brasil”, alguém encaminha. Então, Epstein responde: “Antes ele do que eu”.

    Bolsonaro foi esf4queado em setembro de 2018, durante um ato de campanha à Presidência da República em Juiz de Fora (MG) . O autor do at4que foi identificado como Adélio Bispo de Oliveira.

    No momento do atent4do, do at4que, Bolsonaro era carregado por apoiadores. O ex-presidente, condenado por tentativa de golpe de Estado, passou por diversas cirurgias e ainda enfrenta complicações de saúde decorrentes do ataque.

    Os novos documentos ainda revelaram uma série de e-mails atribuídos a Epstein e a Steve Bannon, ex-estrategista de Donald Trump e figura central do conservadorismo internacional.

    As mensagens revelam elogios frequentes de Epstein a Bolsonaro. Em um e-mail datado de 8 de outubro de 2018, às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais no Brasil, Epstein teria escrito: “Bolsonaro mudou o jogo. Nenhum refugiado quer entrar. Bruxelas não lhe diz o que fazer. Ele só precisa reativar a economia. MASSIVO”.

    Bannon, que declarou apoio público a Bolsonaro em 2018, chegou a relatar proximidade com o grupo do ex-presidente. “Eles me querem como conselheiro. Devo fazer isso?”, perguntou ele.

    Epstein, respondeu: “É meio o argumento ‘reino no inferno’ de novo”.

    Os documentos também indicam discussões sobre uma possível ida de Bannon ao Brasil para apoiar Bolsonaro.

    Em uma das mensagens, Epstein avalia que a viagem poderia fortalecer a imagem do ex-estrategista: “Se você está confiante na vitória [de Bolsonaro], pode ser bom para sua marca se você fosse visto lá”.

    Em outro trecho, Epstein demonstra incômodo com o fato de Bolsonaro ter negado publicamente qualquer associação com Bannon, classificando a ligação como “fake news”.

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