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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Após abraços na casa de Toffoli Bolsonaro é xingado por bolsonaristas
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    Após abraços na casa de Toffoli Bolsonaro é xingado por bolsonaristas

    Após a reunião que teve no sábado, 3, com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (Dem-AP), e o indicado a substituir Celso de Mello na suprema corte, Kassio Marques, o presidente Jair Bolsonaro passou a ser xingado nas redes sociais pelos próprios aliados, que o chamam de traidor.

    Bolsonaro reuniu-se com o juiz que ele indicou para o STF e com Alcolumbre na residência do ministro Dias Toffoli, em Brasília. O encontro não estava previsto na agenda oficial.

    O resultado é que o encontro se transformou em sentimento de indignação para os apoiadores de Bolsonaro. Uma grande parte arte do grupo tem protestado nas redes contra a indicação de Kassio ao STF. No Twitter, a hastag #BolsonaroTraidor ganhou corpo após a reunião.

    Por volta das 12h40 deste domingo, o termo era o terceiro colocado na lista de assuntos mais comentados pelos usuários brasileiros da rede. Em Minas Gerais, a hastag ocupava a liderança.

    Influenciadores ligados à direita questionam a indicação de Kássio, que tem bom trânsito com políticos do Centrão, grupo formado por deputados e senadores que monopolizam as discussões no Congresso. O Centrão se aproximou de Bolsonaro recentemente. Para parte dos simpatizantes bolsonaristas, o perfil de Kassio não é tão conservador quanto o esperado.

    Em diversas ocasiões, o presidente manifestou a intenção de indicar, ao STF, um ministro “terrivelmente evangélico”. Na última quinta-feira (1), ele reiterou o desejo, mas prometeu escolher um nome do tipo na próxima oportunidade, em 2021. O próximo a sair é Marco Aurélio Mello, que completará 75 anos — idade máxima para o cargo — em julho do ano que vem.

    “O primeiro pré-requisito é ser evangélico. Depois, vai ter que tomar Tubaína comigo. Meu compromisso é com o evangélico. Tenho um tremendo respeito, pois são 30% de evangélicos no país. Quando, no passado, alguém falava sobre a presença de mulher e negro no STF, ninguém falava nada. Mas não é só porque é evangélico. Ele tem de ter conhecimento de causa também, transitar em Brasília, conhecer gente do Supremo, do Parlamento”, garantiu, durante sua live semanal.

    No Twitter, circula um vídeo em que Bolsonaro promete em “combater o establishment”. As imagens, contudo, são seguidas por trechos de reportagens que listam diversas indicações de políticos do Centrão a ministérios e cargos governamentais. A hastag tem sido impulsionada pelo movimento Vem pra Rua, que apoiou o ex-capitão na eleição de 2018. No sábado, Bolsonaro chegou a ser chamado de “petista“.
    Fonte – É Assim

    #politica #politicaalagoana

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