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    Alagoas reforça fiscalização após mortes por intoxicação de metanol no Brasil

    2025-10-02T08:35:46-03:000000004631202510

    O Brasil enfrenta um cenário preocupante relacionado à possível contaminação de bebidas alcoólicas destiladas com metanol. Somente nos últimos dois meses, já foram contabilizados pelo menos 28 casos suspeitos de intoxicação — número que ultrapassa a média anual, conforme alertou o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha.

    Em resposta ao alerta nacional, a Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas (Sesau) informou nesta quarta-feira (1º) que não há, até o momento, registros de casos suspeitos ou confirmados no estado. Mesmo assim, a pasta estadual reforçou medidas de prevenção e intensificou o monitoramento em todo o território alagoano.

    A estrutura de vigilância em saúde já está mobilizada. O Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) permanece em alerta para notificar imediatamente qualquer ocorrência suspeita. Além disso, a Sesau recomendou às Vigilâncias Sanitárias Municipais que aumentem as ações de fiscalização em bares, restaurantes, supermercados e demais estabelecimentos que comercializam bebidas alcoólicas, verificando a origem e a legalidade dos produtos.

    Para a população, a recomendação principal é a de não consumir bebidas de procedência duvidosa. A orientação é adquirir apenas produtos de fabricantes regularizados, com nota fiscal, evitando riscos desnecessários. Em caso de sintomas que possam indicar intoxicação, é fundamental procurar imediatamente uma unidade de saúde.

    O ministro Alexandre Padilha reforçou a gravidade do momento durante um evento da Campanha de Multivacinação. “Vivemos uma situação anormal (…) Até os dados de ontem à noite, eram 26 casos suspeitos. Esse número é de antes das suspeitas de Pernambuco. Isso significa que nesses dois meses, tivemos mais que a média ao longo de todo o ano”, declarou.

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