As Secretarias de Gestão e de Economia de Maceió, que tiveram os atendimentos suspensos nesta sexta-feira (2), segue com sua sede localizada no Centro ocupada por agentes de saúde.
Eles cobram a implantação do piso salarial nacional da categoria dentro do Plano de Cargos e Carreiras (PCC). Segundo os manifestantes, a Prefeitura de Maceió apenas implantou uma complementação salarial após a aprovação da lei que estabelece o piso.
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O primeiro dia de ocupação aconteceu na quarta (31), depois que um grande número de pessoas invadiu o prédio das secretarias municipais. Eles se concentraram na Praça Deodoro e saíram em caminhada até a Rua Doutor Pedro Monteiro por volta das 11h.
Nos dias seguintes, os atendimentos foram interrompidos. Isso porque cerca de 1.200 agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias amanheceram nas dependências das secretarias municipais, como forma de protesto contra o poder público.
Os agentes usaram carros de som, faixas e até instrumentos musicais para chamar a atenção das autoridades em um ato pacífico.
Segundo os agentes, a reivindicação tem relação com o cumprimento da Emenda Constitucional 120, promulgada pelo Congresso Nacional em maio deste ano, que trata da política remuneratória e da valorização dos profissionais que exercem atividades de agente comunitário de saúde e de agente de combate às endemias.
Os serviços já estavam paralisados deste a semana passada, com a categoria cobrando o pagamento do piso nacional. Não houve avanço nas negociações com o Município.
A Prefeitura de Maceió, que também cancelou o atendimento ao público, disse em nota ter lamentado a ocupação e alegou ainda que já tem feito o pagamento do novo piso salarial.
Fonte – É Assim
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