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    Abin está de “mãos atadas” diante dos ataques de Trump contra o Brasil

    2025-08-17T11:29:40-03:000000004031202508

    Funcionários da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) dizem que estão sem condições de “mover um dedo” diante da recente crise entre Brasil e Estados Unidos, com a tentativa de interferência de Donald Trump na soberania do país.

    Ao Metrópoles servidores da agência, sob condição de anonimato, voltaram a reclamar do sucateamento do principal órgão de inteligência do Brasil.

    “Em uma crise de soberania do caramba, com questões sobre interferência externa, temas que são de nossa competência, e a Abin sem condições de mover um dedo por falta de orçamento”, disse um funcionário do órgão.

    Crise Brasil x EUA

    • Donald Trump iniciou uma ofensiva contra o Brasil no início de julho.
    • O presidente dos EUA aplicou uma tarifa de 50% contra os produtos brasileiros, em resposta ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro.
    • Além disso, autoridades brasileiras foram alvo de retaliações norte-americanas, como a perda de visto. 

    A falta de verba na Abin e as más condições de trabalho têm motivado reclamações constantes de funcionários do órgão. No fim de 2024, a União dos Profissionais de Inteligência de Estado da Abin (Intelis) divulgou uma nota levantando questões que poderiam inviabilizar o trabalho da agência. De acordo com a associação, o orçamento atual do órgão é o menor dos últimos 14 anos.

    A situação da Abin passou a se deteriorar depois que a agência saiu da aba dos militares, em 2023, e foi vinculada à Casa Civil, liderada pelo ministro Rui Costa. O atual diretor-geral do órgão, o delegado da Polícia Federal (PF) Luiz Fernando Corrêa, também tem sido alvo de críticas.

    Nesse meio-tempo, funcionários da Abin também entraram em rota de colisão com a PF e acusam a corporação de tentar se apoderar de funções que antes estavam nas mãos da agência.

    Sanções dos EUA ao Brasil

    Desde o início de julho, o Brasil enfrenta pressões de Trump por meio de tarifas econômicas e sanções contra autoridades do país. As medidas, como já afirmou o presidente dos EUA, são respostas ao julgamento de Jair Bolsonaro (PL), acusado de tentar um golpe de Estado em 2022.

    As retaliações contra o Brasil e a tentativa de interferir no julgamento do ex-presidente começaram após articulações do deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL) com autoridades norte-americanas.

    Desde o início do ano, o filho de Bolsonaro sinalizou que buscaria a ajuda de Trump para tentar interromper o processo contra o pai no Supremo Tribunal Federal (STF). Por isso, o parlamentar se licenciou do mandato na Câmara dos Deputados e decidiu ficar nos EUA, em busca de punições contra autoridades brasileiras.

    Apesar de o principal alvo de Eduardo ser o ministro Alexandre de Moraes, a ofensiva norte-americana atingiu a economia do país primeiramente, com a tarifa de 50% sobre exportações do Brasil para os EUA.

    Dias depois, Moraes sofreu retaliações do governo Trump, com a perda de visto e a imposição de sanções da Lei Magnitsky. Além dele, outros sete juízes do STF e dois nomes ligados ao programa Mais Médicos estão impedidos de viajar para os EUA.

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