Como deixou a política, mas a política nunca o deixou, Téo abdicou de disputar mandatos, porém permaneceu no ramo e havia voltado ao comando do diretório estadual do PSDB quando passou a legenda, no início do mês, para o ex-prefeito João Henrique Caldas.
Tanto bastou para o senador Renan Calheiros Filho (MDB), possível concorrente de JHC pelo governo do Estado, divulgar nas redes sociais vídeo com críticas aos dois períodos em que Téo, seu antecessor, governou Alagoas.
O ex-ministro dos Transportes de Lula (PT) disse, em resumo, que recebeu um Estado endividado e arrasado em termos de segurança, saúde, educação e investimentos.
Quem acompanha a política alagoana sabe que foi exatamente o contrário: se Renan Filho fez imagem de bom gestor foi porque pegou um Estado ajustado, em todos os sentidos.
A resposta de Téo Vilela foi sutil, bem dentro do seu estilo: o silêncio.
Fonte: Flávio Gomes de Barros

