No discurso da sua vitória, logo após a eleição para a presidência da Câmara Federal, o deputado Arthur Lira repetiu o que seria o seu “mantra”: vacinação, vacinação, vacinação.
Chegaram a sua hora e a sua vez na pandemia.
O presidente da República vai continuar a mesma cantilena, falando para o seu eleitorado, muito ativo nas redes sociais e muito passivo na leitura da realidade, dos seus adversários no combate à gripezinha (a mãe dele tomou a segunda dose da Coronavac, hoje. Que bom!)
Na semana passada, Lira recebeu os governadores e criou um grupo para lidar com a pandemia.
Tem uma grande missão pela frente: empurrar o Estado brasileiro para as ações mais urgentes, dividindo as responsabilidades e cobrando do governo federal o que precisa ser feito. Deixando claro que a omissão pode ter consequências práticas para Bolsonaro e companhia.
O líder do Centrão e o presidente do Senado têm de se descolar do negacionismo, empurrando o Ministério da Saúde em direção à luz, tirando-o da sombra da ignorância e da incompetência.
É hora de crescer. Para obedecer – segundo o próprio – já tem o general Pazuello.
Fonte – Blog do Ricardo Mota

