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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Falta de transparência sobre risco de afundamento gera cobranças na Câmara de Maceió
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    Falta de transparência sobre risco de afundamento gera cobranças na Câmara de Maceió

    A indefinição sobre os reais impactos do afundamento do solo em Maceió voltou a ser tema de debate na Câmara Municipal. Durante a sessão desta quarta-feira (19), vereadores cobraram mais clareza do Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM), questionando a falta de alinhamento nas informações divulgadas sobre as áreas afetadas. O tema ganhou força após a publicação de uma nova nota técnica na terça-feira (18), que contesta dados anteriores sobre a possível ampliação da zona de risco relacionada à mineração da Braskem.

    O novo documento contradiz informações divulgadas anteriormente pela Defensoria Pública do Estado, que apontavam sinais de movimentação do solo em bairros como Flexal de Cima, Flexal de Baixo, Bom Parto e Marquês de Abrantes, além da Avenida Fernandes Lima. De acordo com a CPRM, “as afirmações não prosperam” e não há necessidade de incluir novas áreas no mapa de risco, já que o monitoramento ocorre de forma contínua.

    Apesar do posicionamento técnico, os parlamentares insistem na necessidade de tornar as informações mais acessíveis à população. Para a vereadora Teca Nelma, a falta de explicações claras gera insegurança entre os moradores. O vereador Allan Pierre destacou que, sem dados objetivos, os parlamentares não podem tomar uma posição definitiva sobre o problema.

    O debate também trouxe à tona possíveis conflitos de interesse. O vereador Rui Palmeira relembrou que, em 2018, um diretor da Agência Nacional de Mineração descartou qualquer relação entre a extração mineral e o afundamento do solo. “Um mês depois, a CPRM veio aqui e confirmou a causa sendo a mineração da Braskem. Ou seja, já havia conflito de interesses”, afirmou.

    Outro ponto de preocupação foi a capacidade da Defesa Civil de Maceió de lidar com a crise. O presidente da Câmara, Chico Filho, alertou que o órgão local não tem estrutura para conduzir estudos aprofundados e depende de informações do Serviço Geológico, que, segundo ele, não tem sido transparente. “Vamos discutir agora o plano diretor, e o que vamos fazer com aquela área? Quem pode nos dizer isso? É delicado e pedimos que as autoridades nacionais coloquem as informações de forma clara”, cobrou.

    Os vereadores seguem pressionando por respostas mais objetivas e detalhadas, para que a população e os gestores municipais possam tomar decisões seguras diante da incerteza sobre os impactos do afundamento do solo em Maceió.

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