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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Isnaldo Bulhões descarta disputa pela liderança do governo na Câmara
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    Isnaldo Bulhões descarta disputa pela liderança do governo na Câmara

    Foto: assessoria.

    O deputado federal e líder do MDB na Câmara, Isnaldo Bulhões, afastou qualquer possibilidade de disputar a liderança do governo na Casa. Desde o início do ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem buscado reorganizar sua articulação política com o Congresso, mas Bulhões garante que sua prioridade segue sendo a liderança do MDB e a indicação do relator do Orçamento de 2025.

    “Não estou disputando nada. Estou bem na minha função de líder do MDB na Câmara e com o relatório do orçamento de 2025, o qual irei indicar o relator. Não há nada nesse sentido”, declarou o parlamentar em entrevista à Tribuna Independente.

    Bulhões já havia sido cotado para integrar o governo Lula como ministro, tendo seu nome especulado para a Secretaria de Relações Institucionais. No entanto, a pasta acabou sob o comando da deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), ex-presidente do Partido dos Trabalhadores.

    Enquanto isso, o deputado José Guimarães (PT-CE) segue na liderança do governo na Câmara, mas há incertezas sobre sua permanência no cargo. Caso haja mudança, os nomes mais cotados para assumir a função são os dos deputados Antonio Brito (PSD-BA) e Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

    A estratégia política de Lula também envolve uma aproximação com o Centrão, grupo que tem demonstrado insatisfação com as recentes escolhas ministeriais. A nomeação de Gleisi Hoffmann para a Secretaria de Relações Institucionais e a possível indicação de Guilherme Boulos (PSOL-SP) para a Secretaria-Geral da Presidência são vistas como movimentos que podem gerar resistência entre partidos do bloco, como o Progressistas (PP) e o União Brasil.

    No fim de fevereiro, Lula já havia promovido mudanças no governo, deslocando Alexandre Padilha para o Ministério da Saúde e colocando Gleisi Hoffmann na articulação política com o Congresso. Agora, a preocupação entre aliados é evitar que novas nomeações fortaleçam a esquerda em detrimento da ampliação da base governista, especialmente em um momento em que a fidelidade do Centrão ainda está em disputa.

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