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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»MPAL processa hospital após troca de bebês na UTI Neonatal e pede indenização de R$ 600 mil
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    MPAL processa hospital após troca de bebês na UTI Neonatal e pede indenização de R$ 600 mil

    Um erro grave ocorrido na UTI Neonatal do Hospital Nossa Senhora do Bom Conselho, em Arapiraca, resultou em uma ação judicial movida pelo Ministério Público de Alagoas (MPAL). Dois recém-nascidos foram trocados ao receber alta, e só após dois anos as famílias descobriram a falha, o que gerou profundo impacto emocional. Agora, o MPAL exige reparação financeira, com indenizações que somam R$ 600 mil, incluindo valores para as famílias afetadas e para melhorias na segurança hospitalar.

    O caso aconteceu em 2022, quando três bebês, sendo dois gêmeos, foram levados para a UTI Neonatal. Devido ao estado de saúde dos filhos, as mães ficaram temporariamente impossibilitadas de contato. A troca só foi descoberta em 2024, quando Débora Maria Ferreira Silva, mãe dos gêmeos, recebeu a foto de um menino e notou a semelhança com um dos seus filhos. O exame de DNA confirmou a troca.

    A descoberta forçou uma readaptação dolorosa para os meninos, que já haviam criado vínculos com as famílias erradas. Para o MPAL, a negligência do hospital teve consequências profundas e irreparáveis, tanto para os pais quanto para as crianças.

    MP destaca erro grave e cobra responsabilidade

    Os promotores de Justiça Thiago Chacon e Viviane Farias, responsáveis pela ação, reforçam que a responsabilidade pelo erro é do hospital, que deveria ter garantido a identificação correta dos bebês desde o nascimento.

    “A obrigação do hospital era de ter diligência e entregar corretamente as crianças nascidas em seu recinto a seus respectivos pais biológicos”, afirmam os promotores.

    O Ministério Público também destaca que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estabelece normas claras para a identificação de recém-nascidos, e o não cumprimento desses procedimentos levou a uma situação de extrema gravidade.

    Pedido de indenização e reforço na segurança hospitalar

    Na ação civil pública, o MPAL solicita que cada família receba R$ 200 mil por danos morais. Além disso, pede que o hospital pague mais R$ 200 mil para serem investidos na modernização dos sistemas de identificação de pacientes, garantindo que falhas como essa não se repitam.

    A ação agora segue para análise da Justiça, enquanto o hospital deverá se manifestar sobre o caso e as medidas adotadas para evitar novos erros desse tipo.

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