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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Militares custam à União 17 vezes mais do que aposentados
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    Militares custam à União 17 vezes mais do que aposentados

    Foto: Ricardo Stuckert/PR

    Um levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU) revelou que os militares aposentados representam um custo 17 vezes maior para o déficit da Previdência do que civis vinculados ao Regime Geral do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo o estudo, enquanto o déficit per capita dos civis em 2023 foi de R$ 69 mil, para os militares o valor chegou a R$ 159 mil, gerando preocupações sobre a sustentabilidade do sistema.

    O Regime Geral do INSS cobre 65% de suas despesas com arrecadação própria, enquanto o sistema previdenciário militar é sustentado em grande parte por recursos públicos, com os militares ativos contribuindo com apenas 15,47% dos custos de sua previdência. Assim, o Governo Federal cobre o déficit com recursos de impostos, inclui o orçamento público.

    Benefícios militares em discussão

    O Governo analisa possíveis mudanças no Sistema de Proteção dos Militares, no regime previdenciário e de pensão das Forças Armadas. Dentre os benefícios analisados ​​estão a pensão vitalícia para filhas solteiras, o valor dos comprovados na aposentadoria e as chamadas “pensões por morte fictícia”.

    A pensão para filhas solteiras, embora tenha sido extinta para os militares que ingressaram na carreira após 2001, ainda gera custos significativos para o governo devido ao direito adquirido por aqueles que entraram antes desses dados. Estima-se que até 2060 o governo ainda arcará com esse benefício.

    Outro ponto questionado é a “morte fictícia”, que concede pensão a familiares de militares punidos e expulsos por crimes graves, como homicídio, ocultação de cadáver e abuso sexual.

    Pressão sobre o Ministério da Defesa e respostas das Forças Armadas

    O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicita a inclusão do Ministério da Defesa no pacote de cortes de gastos. Lula se reuniu com o Ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, para discutir ajustes e economia na área. Múcio também deve se encontrar com o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para detalhar o tema.

    A inclusão dos militares no pacote gerou reações. O senador e ex-vice-presidente Hamilton Mourão criticou publicamente a decisão do governo, o que reflete a insatisfação entre lideranças militares.

    A equipe econômica também analisa os aumentos nas indenizações para oficiais que passam à reserva, benefício elevado de quatro para oito vezes o soldo no governo Bolsonaro, que fez com que alguns militares recebessem até R$ 1 milhão. As revisões visam garantir um equilíbrio fiscal e reduzir o impacto das despesas militares no orçamento federal.

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