Banner
Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    sábado, 16 maio
    Política AlagoanaPolítica Alagoana
    ANUNCIE
    • INÍCIO
    • ÚLTIMAS NOTÍCIAS
    • BRASIL
    • CIDADES
    • CULTURA
    • ECONOMIA
    • ESPORTE
    • MUNDO
    • Municípios
    • Política
    • SAÚDE
    • Turismo
    Política AlagoanaPolítica Alagoana
    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»11 dirigentes de torcidas de AL viram réus por organização criminosa
    ÚLTIMAS NOTÍCIAS

    11 dirigentes de torcidas de AL viram réus por organização criminosa

    No último domingo, 21 de abril, o programa Fantástico apresentou uma reportagem alarmante sobre a violência das torcidas organizadas em Alagoas. A Justiça estadual levou 11 dirigentes dessas torcidas ao banco dos réus por organização criminosa. A polícia e o Ministério Público declararam guerra contra a violência dos falsos torcedores, que, segundo as investigações, espalham o terror nas ruas com explosão de bombas, agressões e até mortes.

    Durante um ano, as investigações mapearam uma série desses ataques. Nos últimos dois anos, a polícia apreendeu, pelo menos, 50 bombas em Maceió, das quais três resultaram em fatalidades. Uma dessas bombas também mutilou a mão de um catador de latinhas, que estava escondida em uma lixeira. “Como eles não conseguem acessar os estádios de futebol com os artefatos, eles acabam — dias antes — deixando-os escondidos nas proximidades [dos estádios]. Quando têm oportunidade, vão lá, alcançam esses artefatos que sabem onde previamente esconderam, para usar na guerra”, explicou o delegado Lucimério Barros Campos, responsável pelas investigações. Para coibir o crime, a Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) deflagrou uma operação inédita, chegando até os suspeitos.

    A batalha urbana foi flagrada de vários ângulos. Em Maceió, as torcidas organizadas do CSA e do CRB se encontravam para assistir aos jogos no Estádio Rei Pelé. De acordo com as investigações, dentro do estádio, praticamente não havia confusão. A violência era do lado de fora. O alvo? Qualquer pessoa com a camisa de um dos times. E, para combater esse tipo de crime, polícia e Ministério Público mudaram a forma de agir. “Aquela associação de pessoas ali tinha perdido completamente a relação com o futebol e estava tendo uma relação agora com a criminalidade”, disse o delegado ao Fantástico. Segundo as investigações, nas sedes das organizadas, os falsos torcedores fabricavam as bombas. Em conversas obtidas pelo Fantástico, um deles diz: “Demorou, mas eu já tô chegando lá pra nós tá fazendo aqui as bombas”.

    No dia 4 de maio de 2023, o CSA perdeu para o Confiança numa partida da Série C do Campeonato Brasileiro. Logo depois do jogo, o torcedor Pedro Lúcio dos Santos, conhecido como “Peu”, foi atacado, segundo a polícia, por 12 homens da torcida do CRB, após comer numa lanchonete ao lado do estádio. Espancado com pedras, paus e barras de ferro, ele morreu três dias depois. Peu era torcedor do CSA e pai de um goleiro das divisões de base do rival CRB. As investigações descobriram que — horas antes desse ataque — o mesmo grupo investiu contra um motoqueiro, só porque ele estava com uma camisa do CSA. Este mês, a Justiça aceitou a denúncia e manteve 15 prisões. Eles se tornaram réus por organização criminosa, uso indevido de símbolos oficiais e associação para o tráfico. As torcidas do CRB e do CSA também não podem vender produtos, nem entrar no estádio. “Os presos, eles eram peças-chave, eles eram da diretoria, eles eram presidente, vice-presidente das torcidas organizadas”, explicou a promotora Sandra Malta.

    Em nota, a torcida organizada Comando Alvi-Rubro, do CRB, disse que não foi encontrado nenhum material ilícito na sede e que não busca a impunidade dos criminosos, mas quer um processo justo. No dia em que o catador foi atingido, eles colocaram fotos do ferido nesse grupo de mensagens e fizeram comentários com risadas. A torcida Mancha Azul do CSA também afirma que nada de ilícito foi encontrado na sede. No caso das bombas, os nove suspeitos presos não têm ligação com a entidade e que, em nenhum momento, ela foi procurada para esclarecer tais acusações.

    *informações de GazetaWeb

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    © 2026 Direitos reservados Politica Alagoana. Desenvolvido por MOBOX TECNOLOGIA

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.