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    Caso Braskem: Só duas perguntas a fazer

    Para começarmos a refletir, juntos, sobre um dos casos mais covardes da história política brasileira, é necessário ter o máximo de razão. Tá… o máximo, o médio e o mínimo estão no mesmo patamar, porque a verdade sobre os motivos da extinção dos bairros Mutange e Bom Parto e do esvaziamento populacional e econômico do Bebedouro, Pinheiro e Farol talvez jamais seja revelada.

    A sequência de crimes hediondos, no chamado Caso Braskem, tem provocado perdas irreparáveis desde a década de 1970, com a implantação da Salgema, culminando com a expulsão de cerca de 60 mil moradores e comerciantes a partir de 2019.

    Não estamos diante, como propagam os sarcásticos oportunistas, do maior crime ambiental do mundo. É mentira! Trata-se da ação coletiva do maior esquema político/jurídico/midiático/econômico da história do nosso país. O silêncio e o circo denunciam os criminosos.

    Mentiram e continuam mentindo, porque o cinismo é a máscara dos covardes.

    Assim, tenho apenas duas perguntas, simples, que não haverá resposta nesta CPI:

    A Braskem admitiu que tem responsabilidade no processo. Não há novidade. Mas destaca, nos relatórios, que existem fatores complementares que culminaram com a tragédia social e econômica para cerca de 60 mil pessoas. Há relatórios e uma empresa afirmando ter parte da responsabilidade. Então, se é assim (e é assim mesmo) quem são os coautores desse crime COLETIVO organizado?

    A segunda questão é: a Braskem afirma que já concluiu o tamponamento de cerca de 50% das minas. Opa! Como em breve a via principal do Pinheiro, descendo pela ladeira do Calmon, será duplicada e o VLT continuará seu percurso natural, era realmente necessário tirar/expulsar todas as famílias e comércios nos 5 bairros?

    Rodrigo Cunha precisa fazer essas duas perguntas ao pessoal da Defesa Civil municipal e federal.

    Sem verdade no processo não haverá resposta. Se o crime vai compensar… não sei… mas os criminosos estão (por enquanto) curtindo a bonança do esquema.

    Fonte – Blog do Wadson Regis

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