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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Nordeste lidera em eleição de mulheres por mandato, aponta pesquisa sobre o Senado Federal
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    Nordeste lidera em eleição de mulheres por mandato, aponta pesquisa sobre o Senado Federal

    O Senado Federal, que celebra seu bicentenário nesta segunda-feira (25), é marcado pela predominância de parlamentares homens e herdeiros políticos, revela uma pesquisa recente. Desde a redemocratização até as últimas eleições, aproximadamente dois em cada três senadores eleitos têm laços familiares com políticos já estabelecidos. Esse panorama reforça a percepção de que o Senado, em muitos aspectos, opera como uma espécie de herança política, onde o capital político é transmitido de geração em geração.

    De acordo com os dados levantados pelo cientista político Robson Carvalho, doutorando da Universidade de Brasília (UnB), dos 407 mandatos disputados entre 1986 e 2022, 274 deles foram ocupados por indivíduos com vínculos familiares com políticos já eleitos. Esse fenômeno, conhecido como “familismo”, influencia significativamente a composição do Senado, minando a diversidade e a representatividade democrática.

    A pesquisa destaca ainda que, durante esse período, apenas quatro mulheres negras foram eleitas para o Senado, evidenciando as profundas desigualdades de gênero e raça no cenário político brasileiro. A representação feminina continua sendo uma questão pendente, com os homens ocupando 89% dos mandatos disputados nas urnas.

    Em contrapartida, o Nordeste se destaca como a região que mais elegeu mulheres por mandato, totalizando 13 eleitas ao longo do período analisado. Em comparação, as outras regiões do país elegeram um número menor de mulheres para o Senado.

    Robson Carvalho ressalta que a concentração do poder político em determinadas famílias e grupos sociais prejudica a democracia brasileira, privando a população de uma representação plural e diversificada. Esse cenário levanta questionamentos sobre a verdadeira natureza de uma República que não reflete a diversidade da sociedade que representa.

    Diante desses dados, torna-se evidente a necessidade de promover reformas e medidas que incentivem a participação de mulheres, negros, indígenas e outros grupos marginalizados na política, garantindo uma representação mais justa e equitativa no Senado e em todas as esferas do poder público.

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