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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Se não tivesse Centrão, o Brasil seria uma Argentina, diz Lira
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    Se não tivesse Centrão, o Brasil seria uma Argentina, diz Lira

    O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), fez declarações enfatizando o papel do chamado Centrão na política brasileira e como esse grupo informal tem evitado que o Brasil siga o caminho econômico e político da Argentina. A afirmação foi feita durante uma entrevista à Rádio MIX FM, de Maceió (AL), onde Lira destacou a atuação do Centrão na busca por estabilidade e pragmatismo no cenário político.

    “Muitos falavam assim: ‘o deputado Arthur Lira é sustentáculo do governo Bolsonaro; é quem dá apoio.’ Mas qual era o ministério que a gente tinha no governo Bolsonaro: Qual espaço? Nunca prezei por isso. Muitas vezes que falam que Lira quer a Saúde, o centrão quer aquilo. É importante dizer que, se o Brasil não tivesse Centrão, seria uma Argentina”, disse o parlamentar.

    O Centrão, um conjunto de parlamentares de diferentes espectros políticos – que vão do centro à direita e centro-direita – é conhecido por buscar alianças estratégicas com governos em troca de posições de poder e influência. Sua abordagem pragmática muitas vezes os leva a apoiar pautas governamentais consideradas essenciais para o país, independentemente de suas próprias ideologias partidárias.

    A comparação com o país vizinho se refere, em grande parte, à instabilidade política e econômica que a Argentina vivenciou ao longo dos anos. Ele enfatizou a capacidade do Centrão de agir como um contrapeso, contribuindo para a formação de maiorias sólidas no Congresso e auxiliando na governabilidade.

    O Centrão é composto por uma variedade de partidos, incluindo o PP de Arthur Lira, o PSD liderado pelo presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, bem como União Brasil, MDB e Republicanos. Nas últimas semanas, essas siglas têm conduzido negociações com o Palácio do Planalto, visando obter maior participação no governo. A expectativa é que partidos como PP, Republicanos e União Brasil ocupem cargos ministeriais na Esplanada dos Ministérios, fortalecendo a influência do Centrão no executivo.
    Fonte – Extra

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