O Justiça alagoana expediu o mandado de prisão preventiva contra o ex-prefeito de Maribondo, Leopoldo César Amorim Pedrosa, acusado de ter disparado cerca de 20 tiros aleatórios em um condomínio residencial, atingindo casas na cidade e levando moradores ao pânico. O caso aconteceu neste domingo e a polícia foi chamada ao local. Um vídeo circulou nas redes sociais mostrando estragos provocados pelos projéteis em paredes de residências.
A reportagem do EXTRA apurou com policiais militares que o ex-prefeito teria ‘passado mal’ após fazer os disparos e foi encaminhado à casa da ex-mulher, Meiry Emmanuella Vasconcelos. Hoje, um mandato de prisão foi emitido pelo Foro Plantonista da 2ª Circunscrição do TJ a pedido do Ministério Público de Alagoas.
A Justiça também oficializar à autoridade policial que atuou na ocorrência da prisão em flagrante do ex-prefeito para encaminhar os autos que explicam os motivos e circunstâncias que levaram à liberação de Leopoldo Pedrosa sem autorização do Juízo Plantonista.
Da mesma maneira, foi oficiado à Corregedoria da Polícia Civil de Alagoas e ao Controle Externo da Atividade Policial no Ministério Público a informar a tais órgãos sobre a conduta do delegado responsável pelo caso. Ao Instituto de Identificação do Estado foi pedido a folha de antecedentes criminais do ex-prefeito.
Logo cedo, ao ser questionada pelo EXTRA a Polícia Civil não confirmou os procedimentos realizados na ocorrência e nem se o ex-prefeito foi levado para a delegacia de polícia da região. “Estamos aguardando informações detalhadas”, informou por meio de nota.
Pedrosa é envolvido em várias polêmicas. Em 2020 renunciou ao cargo depois de ser preso por tráfico de drogas, romper uma tornozeleira eletrônica e ser considerado foragido da Justiça após tomar conhecimento do seu mandado de prisão.
Em 2019 foi acusado de falsificar a assinatura da ex-esposa, Meiry Emmanuella Vasconcelos em um documento para apropriar uma franquia da Galeto São Luiz.
Fonte – Extra
#politica #politicaalagoana

