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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Federalização do assassinato de Neguinho Boiadeiro já deveria ter ocorrido há muito tempo
    ÚLTIMAS NOTÍCIAS

    Federalização do assassinato de Neguinho Boiadeiro já deveria ter ocorrido há muito tempo

    Era inevitável que o caso fosse retomado, agora, no período eleitoral. 

    O que não significa acusar o atual governador Paulo Dantas pelo crime – que fique  claro.

    Até porque essa é uma história banhada em sague, com muitos assassinatos e atrocidades nunca apurados como deveriam – com independência, sem pressões políticas ou imposição do medo. 

    A questão é objetiva: a Polícia Civil nunca apontou os mandantes da morte do vereador Neguinho Boiadeiro, em 12 de novembro de 2017.

    O inquérito policial foi concluído em julho de 2018, sem que o delegado Cícero Lima, responsável pela investigação, soubesse dizer quem pagou aos pistoleiros (veja texto publicado abaixo). 

    Naquele momento, assim me parece, se a PF tivesse assumido o caso, as chances de uma solução clara e profissional seriam bem maiores. 

    Acho que seria bom para todos os citados, evitando que a questão se arrastasse com várias suspeições até um momento tão importante para Alagoas como o que vivemos agora.

    Transcrevo na íntegra a matéria publicada em meu blog (então no TNH1), em 12 de julho de 2018:

    “O inquérito policial que apurou o assassinato do vereador Neguinho Boiadeiro – de Batalha – foi concluído, entregue à Justiça, mas não aponta os mandantes do crime.

    O delegado Cícero Lima, que comanda a força-tarefa criada para apurar o homicídio, típico de crime de mando e pistolagem, diz que tem esperança de chegar aos autores intelectuais:

    – Acreditamos que a perícia que ainda vai ser realizada, com tecnologia avançada, pode nos revelar quem são os mandantes. Nós temos suspeitos, mas precisamos de provas para apontá-los à Justiça.

    Ele disse que pode – ou deve – ser apresentado um relatório complementar das investigações, com o nome – ou nomes – de quem pagou pelo crime.

    O que se sabe:

    – Os autores materiais, presos em fevereiro – e depois soltos – foram indiciados no inquérito encaminhado ao Judiciário.

    – O plano para o assassinato, segundo a Polícia Civil, é muito sofisticado, com a utilização de munição que pertencia ao Exército e chegou (?) às mãos dos criminosos.

    – O crime pode, sim, estar relacionado com o esquema de servidores “fantasmas” na folha da Assembleia Legislativa, conforme relato apresentado pelo delegado Cícero Lima quando do pedido de prisão preventiva, atendido pela Justiça, em fevereiro.

    – Foram também interrogados pela Polícia Civil a prefeita de Batalha, Marina Dantas; o irmão dela, Theobaldo Cavalcanti Lins Netto; e Paulo Dantas, marido da prefeita e filho do deputado Luiz Dantas.

    O suposto esquema de desvio de dinheiro da Assembleia está sendo investigados pela Polícia Federal, na Operação Surugate.

    Mas este inquérito ainda não foi concluído.”

    Fonte – Cada Minuto

    #politica #politicaalagoana

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