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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Eduardo Bolsonaro encontra Donald Trump e o convida para vir ao Brasil
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    Eduardo Bolsonaro encontra Donald Trump e o convida para vir ao Brasil

    2021-08-10T08:14:17-03:000000001731202108

    O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) posou para fotos, junto com sua esposa, Heloisa Wolf, e a filha do casal, Geórgia, ao lado do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump e convidou o republicano para visitar o Brasil.

    Em seu perfil no Twitter, o parlamentar se referiu a Trump como “presidente” e não economizou nos elogios ao magnata norte-americano, a quem ele disse ter “reputação ilibada e autoridade moral”, além de ser um aliado na defesa das “liberdades naturais” contra o politicamente correto.

    “Estou do lado dos que não se curvam ao politicamente correto, trabalho na luta contra regimes autoritários evitando assim novas guerras. Estou do lado de homens de reputação ilibada e autoridade moral para andar de cabeça erguida nas ruas a qualquer tempo, que defendem a família, a propriedade privada, a legítima defesa pelas armas de fogo, a liberdade religiosa, enfim, as liberdades naturais”, escreveu o deputado.

    Por fim, Eduardo Bolsonaro disse que ele e Donald Trump convergem ideologicamente e ressaltou ter tido a oportunidade de “trocar experiências com presidente Trump sobre Brasil e EUA”. “Aproveitei para convidá-lo para ir ao nosso país quando entender conveniente, quem sabe num CPA-Brasil”, completou.

    O então presidente Donald Trump pressionou o Departamento de Justiça dos Estados Unidos para reverter os resultados da eleição presidencial de 2020, segundo documentos internos divulgados pelo presidente do Comitê de Supervisão e Reforma da Câmara dos Deputados.

    As notas escritas a mão pelo então procurador-geral interino Richard Donoghue formam um quadro comprometedor para Trump, porque ele desesperadamente tentou que o Departamento de Justiça tomasse a medida sem precedentes de intervir na eleição presidencial, que ele perdeu.

    As notas detalham uma ligação telefônica de 27 de dezembro na qual Jeffery Rosen, nomeado procurador-geral interino alguns dias depois, teria dito a Trump: “Entenda que o DOJ (sigla de Departamento de Justiça em inglês) não pode não vai estalar os dedos mudar o resultado da eleição”.

    “Não espero que vocês façam isso”, respondeu Trump. “Apenas diga que as eleições foram corruptas e deixe o resto comigo e com os parlamentares R”, em referência aos republicanos.
    Fonte – Folha de Alagoas

    politica #politicaalagoana

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