Única mulher a representar Alagoas no Congresso Nacional, a deputada Tereza Nelma assumiu a coordenação da bancada alagoana em Brasília.
Em tratamento do seu quinto câncer, sem se vitimizar, ela fala sobre a sua luta cotidiana – e lá se vão dez anos -, quando provocada pelo entrevistador:
– Eu choro e choro muito, me faço aquelas indagações sobre o que não entendo, mas não me dou o direito de parar de fazer o que acho é preciso.
E ela é isso: “imparável” na sua determinação de seguir em frente e se mover pelas coisas de que gosta.
Convidada do Ricardo Mota Entrevista desta semana, a deputada federal Tereza Nelma, do PSDB, vai abordando com serenidade e franqueza os temas que lhe são propostos:
“Eu sinto falta de uma discussão mais profunda sobre Alagoas na nossa bancada. Estou propondo isso aos meus colegas.”
“Arthur Lira como presidente da Câmara Federal pode ajudar bastante à nossa população, principalmente se provocado por nós.”
“O governo do Estado precisa assumir a sua parte na questão do Pinheiro e dos outros bairros que estão afundando em Maceió”.
“A agenda da confusão do presidente Bolsonaro é proposital e mantém seu eleitorado mobilizado nas redes sociais”.
“O governo do Estado precisa assumir a sua parte na questão do Pinheiro. Ele nunca me procurou para falar sobre isso nem sobre nada”.
“Não converso com Rodrigo Cunha desde a crise no PSDB de Maceió. Nem sobre isso nem sobre nada”.
“João Doria tem um viés autoritário”.
No mais, é conferir.
Fonte – Blog do Ricardo Mota

