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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Weverton Rocha: o senador que virou alvo no caso INSS e agora é cotado para sabatina no STF
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    Weverton Rocha: o senador que virou alvo no caso INSS e agora é cotado para sabatina no STF


    O senador Weverton Rocha (PDT-MA) atravessa um dos momentos mais delicados de sua trajetória política. Relator da sabatina de indicação do ministro Jorge Messias, da Advocacia-Geral da União (AGU), para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), o parlamentar acumula, ao mesmo tempo, o peso de investigações que o colocaram no centro do escândalo de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    Nos últimos meses, Weverton esteve na mira tanto da Polícia Federal quanto da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) criada para apurar os desvios previdenciários. A corporação chegou a pedir sua prisão, medida que foi negada pelo próprio STF e pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

    Na CPMI, o senador — vice-líder do governo no Senado — foi alvo de pedido de indiciamento por advocacia administrativa, organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva.

    “Sócio oculto” do esquema

    A Polícia Federal identificou Weverton Rocha como o principal apoio político do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS — apontado como um dos operadores centrais da chamada “Farra do INSS”. Segundo a PF, o senador atuava como “sócio oculto” do esquema de descontos irregulares aplicados contra aposentados e pensionistas.

    Reportagens assinadas pelo colunista Tácio Lorran, revelaram que Weverton e seu círculo próximo mantiveram contatos frequentes com o lobista, reforçando a tese das autoridades sobre seu envolvimento na organização.

    Indiciamento e reação

    Em março deste ano, o relator da CPMI, deputado federal Alfredo Gaspar, incluiu o nome do senador no relatório final, pedindo seu indiciamento com base em sua “atuação estratégica como liderança política e suporte institucional da organização criminosa”. Gaspar sustentou ainda que Weverton foi beneficiário final de operações financeiras ocultas, utilizando assessores como intermediários no fluxo de capital.

    Em nota, o senador rejeitou as acusações e afirmou não haver qualquer elemento que justifique sua inclusão no documento.


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